Jardim funcional – Reduz custos com climatização e traz várias vantagens

Inspirada nos jardins suspensos da Babilônia, a técnica conhecida como telhado verde não tem nada de arcaica. Pelo contrário – é uma alternativa moderna, cada vez mais difundida e que traz vantagens para os usuários.

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O sistema é simples e consiste no uso de uma camada de vegetação na cobertura dos imóveis. A instalação de estrutura que propicie o crescimento de plantas em um local que ficaria sem uso, como o telhado, resulta em maior conforto térmico e acústico. Além disso, melhora o microclima da região, pois as plantas ajudam a recompor área para a drenagem de água da chuva.

“Pela evaporação, o telhado verde colabora para arrefecer as áreas mais urbanizadas, além de reduzir ruídos. Ele também aumenta a vida útil da edificação, uma vez que a protege do calor direto, evitando dilatação e trincas” enumera o engenheiro Eloy Casagrande, coordenador do Escritório Verde, projeto da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). A iniciativa da instituição usa o telhado verde e outros elementos sustentáveis na construção.

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Benefícios

A lista de benefícios do telhado verde inclui a biodiversidade. “É uma alternativa para a criação de espaços verdes em meio a tanto concreto usado nas cidades, e quando possível, o espaço pode também ser usado como uma área de lazer”, explica Casagrande. O conforto térmico gera economia porque reduz custos com a energia para manter a climatização.

A ideia de usar a cobertura do imóvel para manter um jardim vem sendo mais utilizada em empresas que buscam certificações ambientais, mas é aplicável a residências. “A tecnologia é simples e o custo para instalação se reverte em economia a longo prazo”, explica João Manuel Feijó, engenheiro agrônomo da Ecotelhado, empresa especializada nesse tipo de estrutura.

O sistema tem poucas restrições: basta que o imóvel tenha laje capaz de suportar o peso da estrutura, da camada de terra e das plantas. “Quase a totalidade dos prédios pode receber o telhado”, comenta Feijó. A simplicidade também é citada por Caio Bonatto, diretor da empresa de construções ecológicas TecVerde, como um facilitador para adoção da cobertura sustentável. “O teto verde é uma ótima solução para aumentar o conforto térmico dos imóveis, principalmente os últimos andares dos prédios, que costumam ser mais quentes”, aponta.

Cuidados

As exigências do telhado verde são a instalação adequada e a manutenção. O sistema tem que ser colocado de maneira correta para evitar infiltrações e umidade. “A vedação é essencial”, explica Feijó. O sistema de escoamento da água absorvida pelo telhado verde também tem que estar livre de imperfeições, o que exige atenção constante.

Tratamento de esgoto pode ser integrado

O Ecoesgoto é um sistema que pode se conjugar ao telhado verde. A estação de tratamento de efluentes biológicos é acoplada à cobertura. “A estrutura faz o manejo dos dejetos e da reciclagem dos líquidos do banho, das pias e do vaso sanitário, além da água, que é absorvida pelo telhado”, explica João Manuel Feijó, engenheiro agrônomo da Ecotelhado, que oferece o equipamento.

A reciclagem é feita através de um vermifiltro. “Dejetos sólidos de sanitários e da cozinha são canalizados para o vermifiltro, composto por minhocas, que vão digerir todo o material”, explica.

Feijó observa que o sistema é barato e custa entre R$ 150 a R$ 200 por metro quadrado, podendo ser instalado em todo tipo de imóvel. “É uma solução ecologicamente correta, mais barata e eficiente do que os sistemas convencionais”, comenta.

O vermifiltro é uma câmara cujo tamanho varia de acordo com o projeto e volume de efluentes. O equipamento pode ser aéreo ou subterrâneo e vem acompanhado de elementos paisagísticos. Por ser um sistema anaeróbico, o Ecoesgoto não exala mau cheiro.


Parede verde enfeita e protege

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Adotar o jardim vertical ajuda a fugir do calor e deixa o imóvel mais bonito. Assim como o telhado verde, a instalação de estruturas que possam receber plantas nas paredes aumenta o conforto térmico e acústico.

É possível colocar plantas do tipo trepadeiras, que fazem o papel de proteger a parede e criam uma barreira para o calor e para o barulho. O engenheiro agrônomo da Ecotelhado observa que a parede do imóvel que recebe mais sol e portanto, mais calor, pode receber o jardim vertical. “A fachada que mais sofre com a incidência dos raios solares deve ser a escolhida. As trepadeiras podem ser adaptadas em todo tipo de imóvel, até nos mais antigos”, comenta João Manuel Feijó.

Para construções que vão adotar o telhado verde, a aplicação da mesma ideia nas paredes é facilitada. A água que escoa da cobertura pode ser usada para irrigação do jardim vertical. “Nesses casos, o reuso de água é mais simples, porque o que for absorvido pelo telhado é reutilizado em seguida”, diz o engenheiro agrônomo.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/imobiliario/conteudo.phtml?id=1349798

O Ecotelhado na preservação do futuro

Enquanto os líderes mundiais procuram alternativas para a crise ambiental do planeta e esbarram em negociações intermináveis e acordos frustrados, arquitetos e engenheiros apresentam uma solução prática para amenizar os prejuízos causados à natureza pelo crescimento dos grandes centros urbanos: as construções sustentáveis.

Com o Jardim de Parede Canguru, a ocupação das paredes de residências com plantas, proporciona um equilíbrio térmico e mantém a temperatura interna mais amena durante o verão. É uma boa forma de evitar o consumo excessivo de ar condicionado. “O vilão do consumo de energia é o ar condicionado. Por outro lado, os telhados verdes fornecem uma grande propriedade térmica, diminuem o uso de aparelhos para aquecimento e resfriamento e reservam a água da chuva, evitando que ela seja jogada fora e cause poluição. Isso não é uma moda, mas um movimento necessário no mundo, que se torna urgente quando a questão energética começa a descer a lomba”, analisa João Manuel Feijó, Engenheiro Agrônomo, um dos proprietários da empresa Ecotelhado.

As construções sustentáveis empregam as técnicas da bioarquitetura e são, antes de tudo, intervenções conscientes e planejadas, que buscam satisfazer as necessidades humanas e se ajustar às condições naturais locais, utilizando de forma sustentável os recursos para que não se esgotem. “Olhar para as cidades e enxergar espaços verdes é benéfico para as pessoas. Hoje, qualquer parede que tenha sol ou até mesmo de interior pode se transformar numa parede verde. Temos um projeto de agricultura urbana que pretende verticalizar as hortas, fazendo com que as paredes produzam, de acordo com a luminosidade, alface, rúcula, chás e temperos verdes”, conta João Manuel Feijó.

Com isso, o resultado é um ambiente construído com menos impactos ambientais, menor consumo energético e hidráulico, mais confortável e saudável para seus moradores e usuários.

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Ecotelhado no ExpoGBC Brasil 2012 inova com o Sistema Hexa

Ecotelhado inova seus projetos com o novo Sistema Hexa, o qual é desenvolvido em módulos hexagonais, onde sua principal característica é o hibridismo da aplicação, já que é instalado em unidades que permitem a personalização durante a instalação, como também de acordo com a superfície a ser coberta, garantindo a beleza e a sustentabilidade de ter um telhado verde.

O sistema Hexa é altamente sustentável, pois oferece uma grande capacidade de armazenamento e retenção de água, uma fácil comunicação entre os sistemas radiculares dos módulos. A estrutura dos módulos é leve, durável e ecologicamente correta, pois é totalmente fabricado com material reciclado.

Em vista ao stand durante o 3º ExpoGBC Brasil, a bióloga da empresa, Isadora Schmitz Feijó, salientou acerca das plantas específicas para este sistema, que são vegetações rasteiras, herbáceas e folheares sempre de porte médio.

A empresa foi fundada em 2005, e integra a Associação Telhado Verde que em parceria com a Green Building Council Brasil, trabalham na divulgação da certificação LEED em todo no país. A Ecotelhado compreende os produtos ”Ecoparede, Ecopavimento, Ecodreno e também o próprio Ecotelhado”.

E este trabalho em conjunto, parceria vai muito além, pois a renomada empresa gaúcha possui arquitetos que trabalham em parceria por todo o país, o que confere a Ecotelhado a garantia de um design único e diferenciado. Lembrando que o sistema de instalação dos módulos é simples, sem mistério algum, e possui grande possibilidade de cobrir diferentes espaços com jardins suspensos.

Como Fazer um Jardim Vertical

Parede Verde, também conhecido como jardim vertical, painel verdefachada verde e Ecoparede é um sistema de revestimento de parede com vegetação, com as características abaixo:

- Pode ser instalado em qualquer ambiente (jardim vertical interior ou jardim vertical exterior);

- Tamanho deve ser de múltiplos de largura de 45cm e altura de 10cm;

- Requer cuidados ínimos;

- Disponível para todo território nacional;

- Sistema de hidrocultura;

- Pode ser ornamental ou cultivo;

- Irrigação automatizada e com fertilizantes orgânicos;

- Cada módulo pode ser retirado da parede, independente do conjunto, caso necessite ser substituído;

- O jardim vertical é montado destacado da parede, evitando assim passar umidade ao prédio;
- O jardim vertical é uma forma de amenizar a árida aparência dos prédios urbanos;
- O jardim vertical é uma forma eficaz de combater o efeito ilha de calor urbano, pois evita acumulo de energia;
- Desde pequenos muros até grandes fachadas prediais, todos se adaptam a este processo de dinamização e revitalização de fachadas, tornando-as verdadeiramente vivas e ecologicamente ativas.
Você encontra o arquivo PDF com as especificações desse tipo de jardim aqui:

Jardins Verticais Iluminados em Singapura

O mais recente Jardim Vertical em desenvolvimento em Singapura finalmente floresceu no final deste mês, com uma copa imponente de árvores artificiais que se erguem ao longo de um vasto oásis urbano.

Lá, estão mais de 220 mil plantas, além dos Jardins Verticais em forma de árvores, com cerca de 50 metros de altura.

Além disso, na semana passada, os jardins foram equipados com luzes para a abertura da exposição Gardens by the Bay, Light and Sound.

Cada super árvore apresenta flores tropicais e samambaias em toda a sua estrutura de aço. As grandes copas também funcionam como moderadores de temperatura, absorvendo e dispersando calor.

No empreendimento, foram gastos mais de 500 milhões de dólares – tudo isso é um esforço para que Singapura seja conhecida como a capital botânica do mundo.

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Jardim Vertical dá aparência orgânica a prédio no Japão

O escritório japonês de arquitetura Kengo Kuma & Associados projetou um edifício bastante diferente em Odawara, Japão.

A estrutura conta com Jardins Verticais: a fachada é feita em painéis de alumínio fundido que servem como plantadores verticais. Isso rendeu ao prédio um ar orgânico.

A construção tem cinco andares e foi concluída em maio de 2011. A estrutura é separada em espaços para diferentes usos. Por isso, o prédio abriga uma clínica, uma farmácia, escritórios, uma escola profissional e até uma residência com dois quartos.

A fachada é completamente coberta com os painéis de alumínio fundido, no entanto, nem todos são equipados com plantas. A disposição aleatória dos vegetais faz com que o prédio pareça um tanto antigo, supostamente dominado pelas plantas.

Os blocos pré-fabricados são organizados de maneira a permitir a passagem da luminosidade e da ventilação natural.

Além disso, eles são equipados com um sistema interno de irrigação, que inclui mangueiras e também um reservatório de ar, com tubos que permitem a ventilação.

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Ecotelhado no front light da Rossi

Acabamos de desenvolver um trabalho super bacana para a construtora e incorporadora Rossi: um front light com vegetação natural.

A peça é composta por leivas de grama natural, sendo que a estrutura foi toda adaptada para receber a vegetação.

Produzido para ficar 30 dias exposto, o front light foi idealizado especialmente para divulgação de um novo lançamento no bairro planejado Rossi América.

A campanha segue o conceito do projeto que está sendo construído em um terreno de 300mil metros quadrados em Porto Alegre, com 92% do seu espaço destinado a áreas verdes de circulação e lazer.

Além de ser uma ideia que fala diretamente com o público a ser atingido, a iniciativa também demonstra que cada vez mais as pessoas estão buscando soluções e produtos sustentáveis.

Gostou? Quer colocar mais verde na sua vida? Ou que tal associar o seu produto a um conceito ecológico? Então confira todas as opções da Ecotelhado e tenha a natureza sempre pertinho de você.

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>>> Ecotelhado é finalista do prêmio Greenvana Greenbest 2012

Jardins verticais mudam paisagem na cidade do México

Três jardins verticais instalados na Cidade do México dão origem às “ecoesculturas”: uma mistura de obra de arte e instrumento para purificar o poluído ar da capital mexicana.

Instalados por uma ONG chamada VerdMX, a prioridade dos jardins verticais é transformar a cidade. “É uma maneira de intervir no meio ambiente”, conta Fernando Ortiz Monasterio, arquiteto que projetou as obras.

Uma das esculturas que mais chamam a atenção é um jardim vertical com 55 mil plantas que resistem à contaminação diária de milhares de carros.

Segundo os responsáveis pelo projeto, a estrutura produz oxigênio, reduz o ruído urbano e ajuda a combater o efeito de ilha de calor — embora, à primeira vista, a estética chame mais a atenção do que a função ecológica.

“A arte pode ser um meio de comunicação para o tema ambiental. Todos falam sobre ações verdes, mas pouco fazem para realmente mudar a situação. A ideia era que os jardins fossem imponentes, para que as pessoas falassem deles e discutissem ecologia a partir de um conceito artístico”, define Monasterio.

A Cidade do México ainda é uma das mais poluídas do mundo, mas hoje reúne numerosas iniciativas ecológicas que semeiam uma nova consciência ambiental. Muitas associações civis surgiram com ideias frescas para fazer frente a esse problema sem depender totalmente do apoio governamental.

ONGs como a VerdMX buscam na iniciativa privada o financiamento para projetos ecológicos que favoreçam ao mesmo tempo uma marca e uma causa. No caso das “ecoesculturas” o financiamento veio da fabricante de veículos Nissan, no momento em que a empresa lançava uma linha de carros elétricos.

Entre as próximas ideias da organização está a criação de um “cartão verde” para apoiar projetos ecológicos, além da instalação de microgeradores de energia eólica em uma estrada mexicana, que poderia ser a primeira livre de emissões no país.

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