Ecotelhado e Jardim Vertical Canguru na Aliança Francesa

A Aliança Francesa transformou sua sede nacional na Rua Muniz Barreto, no bairro carioca do Botafogo, em prédio verde. Presença marcante e significativa para a Certificação Aqua é a cobertura com Ecotelhado e o revestimento interno com o Jardim Vertical Canguru.

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O Rio de Janeiro foi o primeiro contemplado a receber a sede Verde da Aliança no mundo. Construído com o reaproveitamento de concreto, aço, madeira e plástico de um antigo prédio que existia no local, levou um ano para ser construído e tem 847 m², três pavimentos, totalizando 12 metros de altura.

A chamada “Alliance Verte” (Aliança Verde) será a sede administrativa da escola de idiomas no Rio. Além do Ecotelhado e do Jardim Vertical Canguru, o prédio tem placas de captação de energia solar, piso de borracha feito com pneus usados, isolamento térmico de lã de garrafa pet, aproveitamento de luz e ventilação natural, reuso de água da chuva e sistema de iluminação de baixo consumo.

A Ministra Francesa da francofonia Yamina Benguigui, se referindo a sede diz que: – É um convite à integração e ao convívio com a vizinhança, não só através de uma galeria de exposições que teremos, mas também pelo efeito do telhado verde que se harmoniza com a vegetação do bairro.

Considerado um “líder na reflexão do desenvolvimento sustentável”, segundo o delegado geral da Aliança Francesa do Brasil, Yann Lorvo, o Rio de Janeiro foi o primeiro escolhido a receber a sede “verde”. Segundo Lorvo “a Rio+20 foi um exemplo disso. “Queremos que a sede de Botafogo seja o cartão de visitas da Aliança no Rio. E que ela seja um exemplo não só para as escolas de línguas, mas para todas as instituições de ensino da cidade. Se o Rio prega a sustentabilidade, as escolas e universidades deveriam dar o exemplo”, diz Lorvo.

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O prédio atende à certificação ambiental AQUA, selo brasileiro criado a partir do processo ambiental elaborado pela francesa HQE (Haute Qualité Environnementale). Segundo Lorvo, há hoje na França mais de 500 prédios habitacionais e escritórios certificados pelo HQE e no Brasil, cerca de 30 construções atendem ao AQUA.

ECOTELHADO TEM CASE APROVADO PELA ONU

A Ecotelhado é mais uma vez motivo de orgulho para os brasileiros! O nosso “Sistema Integrado de Infraestrutura Verde e Reciclagem de Água e de Resíduos Orgânicos”, ou Ecoesgoto, foi aprovado pelo Programa de Trabalho de Nairóbi Sobre Impactos, Vulnerabilidade e Adaptação às Mudanças Climáticas (Nairobi work programme on impacts, vulnerability and adaptation to climate change – NWP), da Convenção-Quadro Sobre Mudanças Climáticas da ONU.

Incluído na categoria de estudo denominada “Iniciativa do Setor Privado” (Private Sector Iniciative – PSI), serve como modelo a todo o planeta, especialmente à América Latina e ao Brasil. A informação pode ser conferida em http://unfccc.int/adaptation/nairobi_work_programme/private_sector_initiative/items/6547.php

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Das milhões de empresas existentes no mundo todo, cerca de 80 já tiveram seus cases aprovados pelo NWP. Assim, o sistema da Ecotelhado, está na mesma lista de empresas como: Coca-Cola Company, Microsoft, PepsiCo, Bayer, Allianz, Unilever,  Anglo American, HSBC, Siemens, Ericsson, Intel, General Electric, entre outros gigantes da economia global. Isso demonstra a credibilidade do produto e do sistema aplicado, bem como o reconhecimento internacional de uma iniciativa privada brasileira para promover o desenvolvimento sustentável por meio de mais uma técnica de infraestrutura verde urbana.

Este banco de dados online de estudos de casos busca promover as boas práticas e o uso racional de recursos e ações, de modo rentável, para o enfrentamento e adaptação às mudanças climáticas, sendo realizadas por empresas privadas (às vezes em parceria com ONGs ou setor público) de diversos setores e regiões.

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Para saber mais sobre o sistema, acesse www.ecotelhado.com.br/por/ecoesgoto.

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Plantas ameaçadas de extinção são protegidas por projeto sustentável

A natureza foi recriada em 54 hectares em Cingapura. Um projeto arquitetônico sustentável tem a capacidade de proteger plantas ameaçadas de extinção. Denominado “Gardens by the Bay” esse projeto se utiliza de recursos naturais como o vento, o sol e a chuva imitando tudo que se faz necessário para manter vivas espécies, que de outra forma correm perigo de deixarem de existir.

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Foram criadas duas estufas com o clima controlado dentro de cada uma delas. Uma é de clima seco e frio e outra é de clima úmido e quente. O clima é controlado para que as plantas não pereçam até a total extinção.

Formados por arcos de metal com vidros especiais, reduzem o consumo de energia até 30%. Esses vidros especiais controlam a incidência solar para que a radiação não seja excessiva e o local tenha um superaquecimento.

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Mesmo que haja um aumento considerável da temperatura, sensores serão acionados no telhado, como velas de barco, que farão o sombreamento imediato no interior da estufa.

Em apoio a todo esse complexo sustentável, erguem-se as Super Árvores Solares. Elas têm uma altura que varia de 25 a 50 m e chamam muita atenção. São 18 árvores ao todo e elas ficam iluminadas a noite toda. Elas têm a propriedade de captar a energia solar, abastecer as estufas com ventilação através de dutos instalados na estrutura, recolher água da chuva. Servem também como base para plantas, formando grandes jardins verticais.

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Jardim funcional – Reduz custos com climatização e traz várias vantagens

Inspirada nos jardins suspensos da Babilônia, a técnica conhecida como telhado verde não tem nada de arcaica. Pelo contrário – é uma alternativa moderna, cada vez mais difundida e que traz vantagens para os usuários.

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O sistema é simples e consiste no uso de uma camada de vegetação na cobertura dos imóveis. A instalação de estrutura que propicie o crescimento de plantas em um local que ficaria sem uso, como o telhado, resulta em maior conforto térmico e acústico. Além disso, melhora o microclima da região, pois as plantas ajudam a recompor área para a drenagem de água da chuva.

“Pela evaporação, o telhado verde colabora para arrefecer as áreas mais urbanizadas, além de reduzir ruídos. Ele também aumenta a vida útil da edificação, uma vez que a protege do calor direto, evitando dilatação e trincas” enumera o engenheiro Eloy Casagrande, coordenador do Escritório Verde, projeto da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). A iniciativa da instituição usa o telhado verde e outros elementos sustentáveis na construção.

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Benefícios

A lista de benefícios do telhado verde inclui a biodiversidade. “É uma alternativa para a criação de espaços verdes em meio a tanto concreto usado nas cidades, e quando possível, o espaço pode também ser usado como uma área de lazer”, explica Casagrande. O conforto térmico gera economia porque reduz custos com a energia para manter a climatização.

A ideia de usar a cobertura do imóvel para manter um jardim vem sendo mais utilizada em empresas que buscam certificações ambientais, mas é aplicável a residências. “A tecnologia é simples e o custo para instalação se reverte em economia a longo prazo”, explica João Manuel Feijó, engenheiro agrônomo da Ecotelhado, empresa especializada nesse tipo de estrutura.

O sistema tem poucas restrições: basta que o imóvel tenha laje capaz de suportar o peso da estrutura, da camada de terra e das plantas. “Quase a totalidade dos prédios pode receber o telhado”, comenta Feijó. A simplicidade também é citada por Caio Bonatto, diretor da empresa de construções ecológicas TecVerde, como um facilitador para adoção da cobertura sustentável. “O teto verde é uma ótima solução para aumentar o conforto térmico dos imóveis, principalmente os últimos andares dos prédios, que costumam ser mais quentes”, aponta.

Cuidados

As exigências do telhado verde são a instalação adequada e a manutenção. O sistema tem que ser colocado de maneira correta para evitar infiltrações e umidade. “A vedação é essencial”, explica Feijó. O sistema de escoamento da água absorvida pelo telhado verde também tem que estar livre de imperfeições, o que exige atenção constante.

Tratamento de esgoto pode ser integrado

O Ecoesgoto é um sistema que pode se conjugar ao telhado verde. A estação de tratamento de efluentes biológicos é acoplada à cobertura. “A estrutura faz o manejo dos dejetos e da reciclagem dos líquidos do banho, das pias e do vaso sanitário, além da água, que é absorvida pelo telhado”, explica João Manuel Feijó, engenheiro agrônomo da Ecotelhado, que oferece o equipamento.

A reciclagem é feita através de um vermifiltro. “Dejetos sólidos de sanitários e da cozinha são canalizados para o vermifiltro, composto por minhocas, que vão digerir todo o material”, explica.

Feijó observa que o sistema é barato e custa entre R$ 150 a R$ 200 por metro quadrado, podendo ser instalado em todo tipo de imóvel. “É uma solução ecologicamente correta, mais barata e eficiente do que os sistemas convencionais”, comenta.

O vermifiltro é uma câmara cujo tamanho varia de acordo com o projeto e volume de efluentes. O equipamento pode ser aéreo ou subterrâneo e vem acompanhado de elementos paisagísticos. Por ser um sistema anaeróbico, o Ecoesgoto não exala mau cheiro.


Parede verde enfeita e protege

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Adotar o jardim vertical ajuda a fugir do calor e deixa o imóvel mais bonito. Assim como o telhado verde, a instalação de estruturas que possam receber plantas nas paredes aumenta o conforto térmico e acústico.

É possível colocar plantas do tipo trepadeiras, que fazem o papel de proteger a parede e criam uma barreira para o calor e para o barulho. O engenheiro agrônomo da Ecotelhado observa que a parede do imóvel que recebe mais sol e portanto, mais calor, pode receber o jardim vertical. “A fachada que mais sofre com a incidência dos raios solares deve ser a escolhida. As trepadeiras podem ser adaptadas em todo tipo de imóvel, até nos mais antigos”, comenta João Manuel Feijó.

Para construções que vão adotar o telhado verde, a aplicação da mesma ideia nas paredes é facilitada. A água que escoa da cobertura pode ser usada para irrigação do jardim vertical. “Nesses casos, o reuso de água é mais simples, porque o que for absorvido pelo telhado é reutilizado em seguida”, diz o engenheiro agrônomo.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/imobiliario/conteudo.phtml?id=1349798

O Ecotelhado na preservação do futuro

Enquanto os líderes mundiais procuram alternativas para a crise ambiental do planeta e esbarram em negociações intermináveis e acordos frustrados, arquitetos e engenheiros apresentam uma solução prática para amenizar os prejuízos causados à natureza pelo crescimento dos grandes centros urbanos: as construções sustentáveis.

Com o Jardim de Parede Canguru, a ocupação das paredes de residências com plantas, proporciona um equilíbrio térmico e mantém a temperatura interna mais amena durante o verão. É uma boa forma de evitar o consumo excessivo de ar condicionado. “O vilão do consumo de energia é o ar condicionado. Por outro lado, os telhados verdes fornecem uma grande propriedade térmica, diminuem o uso de aparelhos para aquecimento e resfriamento e reservam a água da chuva, evitando que ela seja jogada fora e cause poluição. Isso não é uma moda, mas um movimento necessário no mundo, que se torna urgente quando a questão energética começa a descer a lomba”, analisa João Manuel Feijó, Engenheiro Agrônomo, um dos proprietários da empresa Ecotelhado.

As construções sustentáveis empregam as técnicas da bioarquitetura e são, antes de tudo, intervenções conscientes e planejadas, que buscam satisfazer as necessidades humanas e se ajustar às condições naturais locais, utilizando de forma sustentável os recursos para que não se esgotem. “Olhar para as cidades e enxergar espaços verdes é benéfico para as pessoas. Hoje, qualquer parede que tenha sol ou até mesmo de interior pode se transformar numa parede verde. Temos um projeto de agricultura urbana que pretende verticalizar as hortas, fazendo com que as paredes produzam, de acordo com a luminosidade, alface, rúcula, chás e temperos verdes”, conta João Manuel Feijó.

Com isso, o resultado é um ambiente construído com menos impactos ambientais, menor consumo energético e hidráulico, mais confortável e saudável para seus moradores e usuários.

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Itália tem o maior jardim vertical do mundo

Ele está localizado na cidade de Rozzano, próximo a Milão. Foi criado e desenvolvido pelo arquiteto Francisco Bollani. Sua área total é de 1.263 metros quadrados e em sua composição foram utilizadas mais de 44.000 plantas. As espécies foram cultivadas e tratadas por Bollani e sua equipe pelo período de um ano.

Toda a fachada do Shopping Il Fiordaliso, foi recoberta por uma estrutura que esconde milhares de vasos, encaixados uns aos outros, que dão a sustentação necessária para as plantas. Esse trabalho criativo e sua produção teve um custo de 1 milhão de Euros.

 

Além de agregar beleza e revitalizar a fachada de prédios antigos e já existentes, essa técnica de recobrimento com vegetação proporciona às edificações a regulação da sua temperatura interna, impedindo a entrada dos raios solares ou do frio. Com isso é nítida a economia com climatização tanto no inverno, quanto no verão.

Proporciona também conforto acústico, pois a massa formada pela vegetação impede a passagem dos ruídos externos. Colabora para a diminuição da poluição ambiental e oferece um grande atrativo visual a todos que por ali passeiam e fazem suas compras.

Durante a noite, devido às técnicas de iluminação artificial, pode se apreciar outro belíssimo cenário, com sensacionais sombreamentos e curvaturas.

 

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Jardins Verticais Iluminados em Singapura

O mais recente Jardim Vertical em desenvolvimento em Singapura finalmente floresceu no final deste mês, com uma copa imponente de árvores artificiais que se erguem ao longo de um vasto oásis urbano.

Lá, estão mais de 220 mil plantas, além dos Jardins Verticais em forma de árvores, com cerca de 50 metros de altura.

Além disso, na semana passada, os jardins foram equipados com luzes para a abertura da exposição Gardens by the Bay, Light and Sound.

Cada super árvore apresenta flores tropicais e samambaias em toda a sua estrutura de aço. As grandes copas também funcionam como moderadores de temperatura, absorvendo e dispersando calor.

No empreendimento, foram gastos mais de 500 milhões de dólares – tudo isso é um esforço para que Singapura seja conhecida como a capital botânica do mundo.

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