Dois estados brasileiros estão em lista dos projetos mais sustentáveis do mundo

Cidade Pedra Branca, em Palhoça, e Parque da Cidade, em São Paulo, aparecem na lista elaborada pelo Programa Climate Positive Development, da Rede C40 a da Fundação Clinton (Programa Clinton Climate Initiative Cities – Iniciativa Comunidades Sustentáveis), que, juntamente com os outros projetos fundadores, demonstrarão estratégias positivas para o clima, estabelecendo um forte exemplo ambiental e econômico a ser seguido pelas cidades.

A Cidade Universitária Pedra Branca defende o conceito de Urbanismo Sustentável, integrando uma preocupação com os pedestres, com as construções sustentáveis e a quantidade de espaços públicos, além de toda uma infra-estrutura de alta performance desenvolvida para as áreas de tecnologia e saúde.

Pedra Branca - 18 mais

O Parque da Cidade inspira-se no conceito Cidades Compactas, onde tudo está concentrado em um mesmo espaço. A sustentabilidade incorpora a preservação ambiental e o compromisso com a promoção do desenvolvimento humano, econômico e cultural. O conjunto de soluções considera metas em otimização do uso do solo, saúde e sociedade, transporte e acessos, redução na emissão de CO2, construção de rede, além de gestão da água, energia e resíduos.

Parque da Cidade - 18 mais

Os outros projetos fundadores são: Victoria Harbour e Barangardo (Austrália), Menlyn Maine (África do Sul), Magok Urban Project (Japão), Mahindra World City e Godrej Garden City (Índia), Panamá Pacífico (Panamá), Project Zero (Polônia), Stockholm Royal Seaport (Suécia), Albert Basin (Irlanda do Norte), Elephant & Castle (Inglaterra) e os americanos Dorckside Green, Ecodistricts, Treasure Island, Oberlin e Waterfront Toronto.

Mais Vegetação, Menos Criminalidade

Você já parou pra pensar quais os benefícios que o uso de vegetação nas cidades pode nos trazer? A diminuição da criminalidade é um deles! Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revela que cidades mais arborizadas tem uma menor taxa de crimes do que aquelas com baixas quantidades de vegetação.

greener city - less violence

Um estudo-piloto sugeriu uma relação entre a falta de vegetação e as taxas de “incivilidades” ou crimes menores. Uma pesquisa de 31 sítios urbanos, em uma comunidade da Califórnia descobriu que 90% dos incidentes de vandalismo ou grafite ocorreram em áreas sem plantio, em comparação com 10% em áreas ajardinadas. Em unidades habitacionais públicas de Chicago, 90 moradores relataram menos pichações, vandalismo e lixo em espaços ao ar livre com árvores e grama do que em espaços mais áridos. Taxas de ruptura social e incivilidades, tais como a presença de indivíduos barulhentos, vadiagem e atividades ilegais, também foram menores em áreas plantadas.

Para analisar os crimes graves, uma equipe de cientistas recolheu dois anos de dados da polícia sobre propriedades e crimes violentos em comunidades públicas no interior de Chicago. Os edifícios analisados eram arquitetonicamente similares, mas quanto mais verde nos arredores do prédio, menor o número de crimes totais. Comparando edifícios com diferentes níveis de vegetação, aqueles com muita vegetação registraram 52% menos crimes totais, 48% menos crimes contra propriedades e 56% menos crimes violentos do que em edifícios com baixos níveis de vegetação.

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A vegetação residencial tem sido associada com uma maior sensação de segurança, menor incivilidades e menos comportamentos agressivos e violentos. A ligação entre arborização urbana e sistemas sociais mais saudáveis é surpreendentemente simples. A presença de vegetação pode transformar terras áridas em espaços agradáveis e acolhedores. Esses locais servem para fortalecer os laços entre os moradores, aumentar a vigilância informal e deter o crime, criando assim comunidades urbanas saudáveis e mais seguras.

Fonte: http://depts.washington.edu/hhwb/Thm_Crime.html

Aprovada obrigatoriedade do uso de Ecotelhado em Curitiba

A Comissão de Legislação, Justiça e Redação aprovou o Projeto de Lei que dispõe sobre a obrigatoriedade de utilizar telhado verde no dia 27 de março de 2013. Essa foi uma iniciativa do Vereador Prof. Galdino com o apoio da ATVBrasil (Associação Telhados Verdes Brasil). O projeto determina que as edificações, residenciais ou não, com mais de três unidades agrupadas verticalmente, obrigatoriamente devem utilizar telhados verdes.

O Prof. Galdino em seu texto (código do projeto – 005.00006.2013) define como telhado verde uma camada de vegetação sobre o telhado ou a cobertura. Deverá ter vegetação preferencialmente nativa, para resistir ao clima do município. O objetivo, de acordo com o autor, em concordância com a ATVBrasil, é diminuir as ilhas de calor urbano, absorver o escoamento superficial, reduzir a demanda de ar condicionado e melhorar o microclima com a transformação do dióxido de carbono (CO2 em oxigênio (O2) através da fotossíntese.

fabrica em Curitiba

Veja a seguir o texto completo que está sendo debatido na Câmara Municipal de Curitiba:

Dispõe sobre a obrigatoriedade da instalação do “Telhado Verde” nos locais que especifica e dá outras providências.
Texto:

Art. 1°. Os projetos de edificações, residenciais ou não, com mais de 3 (três) unidades agrupadas verticalmente, protocolizados na Prefeitura para aprovação a partir da data de promulgação da presente Lei, deverão prever a construção do “Telhado Verde”.

§ 1°. Para os fins desta Lei, “Telhado Verde” é uma cobertura de vegetação arquitetada sobre laje ou cobertura, de modo a melhorar o aspecto paisagístico, diminuir as ilhas de calor, absorver o escoamento superficial, reduzir a demanda de ar condicionado e melhorar o microclima com a transformação do dióxido de carbono (CO2) em oxigênio (O2) pela fotossíntese.

§ 2°. O “Telhado Verde” poderá ter vegetação intensiva ou extensiva, preferencialmente nativa, e deve resistir ao clima do município e às variações de temperatura, além de exigir pouca quantidade de água, de modo a não servir de habitat de mosquitos como o Aedes aegypti.

Art. 2°. Somente será admitida como “Telhado Verde” a vegetação composta das seguintes camadas:

I – impermeabilização;

II – proteção contra raízes;

III – drenagem;

IV – filtragem;

V – substrato;

VI – vegetação.

Art. 3°. A área destinada pelas construções edificadas ao “Telhado Verde” será considerada, para todos os efeitos, como tendo as mesmas características da área permeável.

Art. 4°. Com a finalidade de tornar públicos os modos de aplicação e os benefícios do “Telhado Verde”, e de incentivar a sua aplicação nas edificações, podem ser elaborados:

I – estudos junto a organizações públicas ou privadas para a definição de padrões estruturais para implantação do “Telhado Verde” no Município;

II – cursos e palestras para a divulgação das técnicas imprescindíveis à implantação do “Telhado Verde”, como na parte estrutural, tipos de vegetação, e substrato;

III – incentivos fiscais e financeiros aos proprietários das edificações que adotarem “Telhado Verde” em conformidade com padrões técnicos especificados na regulamentação desta Lei.

Art. 5°. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

matte leão ecotelhado
Justificativa:

Por questão de transparência, esclarecemos que em primeiro momento enviamos para tramitação Projeto de Lei com caráter autorizativo. Porém, constatamos que em São Paulo, Projeto de Lei de autoria da Nobre Vereadora Sandra Tadeu que trata da mesma matéria, e que não é autorizativo, foi aprovado em primeiro turno.

Entramos em contato com a assessoria da Vereadora, e nos foi permitido o uso do texto do Projeto aprovado em primeiro turno, para que possa ser aplicado no Município de Curitiba.

Enfim, damos os devidos créditos à Vereadora Sandra Tadeu, que demonstra grande preocupação com o meio ambiente por ter enviado o Projeto de Lei n° 115/2009 para trâmite na Câmara Municipal de São Paulo. Tendo nós, do Gabinete do Vereador Professor Galdino, a mesma preocupação com relação ao meio ambiente, achamos salutar encaminhar tal Projeto para que possa se tornar Lei em nossa querida cidade de Curitiba.

Ecotelhado lança Ecoesgoto no Ano Internacional da Cooperação da Água

Há 20 anos a ONU instituiu o dia 22 de março como o Dia Mundial da Água. Comemoramos em especial neste ano, pois órgãos da ONU elegeram o ano de 2013 como o Ano Internacional da Cooperação da Água. Durante este ano eles irão discutir com mais prática o que precisa ser realizado para minimizar os riscos de escassez de água e os problemas de falta de água potável já enfrentado em muitos países. A cooperação internacional pode minimizar riscos de escassez de água.

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Especialistas afirmam que dentre as alternativas para suprir a demanda no mundo, se desenvolveu a ideia de utilizar água de qualidade inferior como o esgoto doméstico. Após o tratamento de esgotos apropriado, parte dessa água tratada, ficaria até mesmo potável para consumo humano.

Levando em conta todo esse apelo mundial, a Ecotelhado desenvolveu o Ecoesgoto ou Vermifiltro, que é um Sistema de tratamento dos efluentes no qual todos resíduos orgânicos provenientes das descargas de patentes, dos restos de alimentos triturados, devem passar por um processo de purificação. Trata-se de um Sistema Biofílico de Reciclagem de Águas e Resíduos Orgânicos.

jardim vertical ecoesgoto tratamento de efluente ecotelhado

O Ecoesgoto ou vermifiltro é uma estação de tratamento dos efluentes biológica, constituída por um filtro projetado, mimetizando processos naturais. Supera largamente os sistemas convencionais de lodo ativados utilizados atualmente no mercado. Destaca-se pelo menor custo de implantação e quase ausência de manutenção.

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Como funciona?

O vermifiltro é constituído de uma única câmara que varia de tamanho de acordo com o projeto e o volume de efluente a ser tratado. Pode ser subterrânea ou aérea, sendo que sempre deve ser acompanhada de elementos paisagísticos. Os efluentes entram pela parte superior, podendo haver uma abertura com tampa para o lixo orgânico.

O filtro é composto de camadas sucessivas que asseguram presença de oxigênio, promovem retenção de matéria orgânica, e criam habitat para a fauna do filtro. Ele retém a matéria orgânica que será digerida pelas minhocas, garantindo a permeabilidade do sistema. Na parte inferior da câmara é colocado um piso elevado que separa a matéria orgânica da água.

Depois de passar pelo vermifiltro o efluente pré-tratado é lançado para o banhado construído, onde a parte superior fica seca, sem perigo de proliferação de mosquitos. O sistema laminar elimina o uso de brita ou areia e garante maior área de contato entre as raízes das plantas. As raízes tem papel de abrigar microrganismos e fornecerem oxigênio no sistema, garantindo uma digestão aeróbica sem cheiro. O sistema laminar é também um reservatório de água que pode ser reutilizada para fins não potáveis.

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A finalização fica por conta do jardim vertical, que promove polimento e oxigenação da água que sai praticamente limpa.

Ter uma horta doméstica é muito mais simples do que você pensa

Que a Ecotelhado vem investido na elaboração de produtos que colaboram com a diminuição de temperatura interna, renovação do ar e embelezamento dos cenários urbanos, todo mundo sabe.

Mas o que pouca gente tem conhecimento é que, entre os diversos sistemas que oferecemos, dois estão se destacando no mercado – o Ecotelhado Hexa e a Ecoparede Canguru – justamente por oferecerem a possibilidade de cultivar hortaliças e construir uma horta urbana.

Unindo solução em design e sustentabilidade o Ecotelhado Hexa é um sistema modular em formato hexagonal, que possibilita fácil adequação a qualquer espaço.

“Muitos clientes estão nos procurando para instalar um ecotelhado que possibilite o cultivo de verduras e legumes, é uma tendência que vem se fortalecendo a cada dia”, explica o diretor de projetos, Henrique Guimarães.

Entre as vantagens estão o baixo peso, a alta capacidade de retenção de água e a excelente porosidade. O sistema pode ser empregado também como um reservatório de água da chuva.

Já a Ecoparede Canguru, também conhecida como parede verde ou jardim vertical, pode ser instalada em qualquer parede ensolarada.

Cada floreira tem 0,45 largura X 0,10 de altura e 0,12 de profundidade e pode receber diversos tipos de vegetação.

Gostou? Então acesse o nosso site e descubra qual é a melhor solução para você. Agora não tem mais desculpa para não ter a sua própria horta doméstica!

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Jardins Verticais Iluminados em Singapura

O mais recente Jardim Vertical em desenvolvimento em Singapura finalmente floresceu no final deste mês, com uma copa imponente de árvores artificiais que se erguem ao longo de um vasto oásis urbano.

Lá, estão mais de 220 mil plantas, além dos Jardins Verticais em forma de árvores, com cerca de 50 metros de altura.

Além disso, na semana passada, os jardins foram equipados com luzes para a abertura da exposição Gardens by the Bay, Light and Sound.

Cada super árvore apresenta flores tropicais e samambaias em toda a sua estrutura de aço. As grandes copas também funcionam como moderadores de temperatura, absorvendo e dispersando calor.

No empreendimento, foram gastos mais de 500 milhões de dólares – tudo isso é um esforço para que Singapura seja conhecida como a capital botânica do mundo.

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Agora é lei: prédios públicos do Paraná deverão ter Telhados Verdes

É isso mesmo. Todos os prédios públicos construídos a partir do mês passado, no Estado do Paraná, deverão ter sistema de aquecimento por energia solar, sistema de aproveitamento de águas da chuva e telhados ambientalmente corretos.

A lei, de autoria do deputado estadual Rasca Rodrigues, tem como objetivo gerar economia e ganhos ambientais aos municípios paranaenses.

Entre os principais benefícios apontados está a redução no consumo de energia elétrica, o combate ao desperdício de água tratada e redução do aquecimento global.

Para o professor Eloy Casagrande Junior, coordenador do Escritório Verde da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), a obrigatoriedade das instalações ecológicas ajuda a dar credibilidade para as novas tecnologias:

“A partir do momento que são implementados em prédios públicos, estes sistemas começam a ser melhor aceitos pela população”, avalia.

Ainda sobre o Telhado Verde, o professor cita alguns  benefícios: “É esteticamente bonito e ainda um bom isolante térmico, podendo reduzir de 3 a 5 graus a temperatura de uma residência. Além disso, é um ambiente a mais que pode ser utilizado como jardim ou horta e ainda ajuda a reduzir as emissões de carbono e a temperatura das ilhas de calor que se formam nas cidades”, enumera.

Para Casagrande, aliado à obrigatoriedade de instalar estes sistemas, o poder executivo e legislativo deveria estudar medidas de incentivo financeiro ao uso destas tecnologias.

“Países que adotam medidas como esta, criam programas de apoio como isenção fiscal e isenção de impostos, para diminuir o custo ara instalação dos sistemas”, exemplifica o professor.

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Ecotelhado bom pra cachorro!

Olha só que ideia bacana: agora o seu animal de estimação também pode ter uma moradia ecológica.

É isso mesmo, acabamos de desenvolver uma aplicação para as casas dos animais de estimação que estão sendo utilizadas pela nossa parceira Engenharia Carvalho, lá de Belo Horizonte.

As casinhas com Telhado Verde, além de proporcionar conforto térmico, deixando os ambientes mais frescos para os animais, também garantem conforto acústico, diminuindo através da biomassa da vegetação os ruídos externos.

E o mais legal é que o Telhado Verde atrai pássaros e borboletas, fazendo com que o seu animal de estimação tenha mais contato com a natureza.

Ou seja, é bom para o meio ambiente e também para o seu animalzinho!

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