Ecotelhado no ExpoGBC Brasil 2012 inova com o Sistema Hexa

Ecotelhado inova seus projetos com o novo Sistema Hexa, o qual é desenvolvido em módulos hexagonais, onde sua principal característica é o hibridismo da aplicação, já que é instalado em unidades que permitem a personalização durante a instalação, como também de acordo com a superfície a ser coberta, garantindo a beleza e a sustentabilidade de ter um telhado verde.

O sistema Hexa é altamente sustentável, pois oferece uma grande capacidade de armazenamento e retenção de água, uma fácil comunicação entre os sistemas radiculares dos módulos. A estrutura dos módulos é leve, durável e ecologicamente correta, pois é totalmente fabricado com material reciclado.

Em vista ao stand durante o 3º ExpoGBC Brasil, a bióloga da empresa, Isadora Schmitz Feijó, salientou acerca das plantas específicas para este sistema, que são vegetações rasteiras, herbáceas e folheares sempre de porte médio.

A empresa foi fundada em 2005, e integra a Associação Telhado Verde que em parceria com a Green Building Council Brasil, trabalham na divulgação da certificação LEED em todo no país. A Ecotelhado compreende os produtos ”Ecoparede, Ecopavimento, Ecodreno e também o próprio Ecotelhado”.

E este trabalho em conjunto, parceria vai muito além, pois a renomada empresa gaúcha possui arquitetos que trabalham em parceria por todo o país, o que confere a Ecotelhado a garantia de um design único e diferenciado. Lembrando que o sistema de instalação dos módulos é simples, sem mistério algum, e possui grande possibilidade de cobrir diferentes espaços com jardins suspensos.

Jardim no Telhado: mais que uma boa ideia

Telhado verde, Jardim Suspenso ou ainda, Ecotelhado, é uma ideia que já começa a ser bem difundida aqui no Brasil e está mostrando que tem potencial para ajudar-nos a ter uma cidade mais verde e ecológica.

Além de ter um impacto positivo do ponto de vista estético, o mais importante é saber porque o Ecotelhado é uma boa ideia:

• Aumento da biodiversidade;

• Redução da velocidade de escoamento da água da chuva (ajuda no combate a enchentes);

• Aumento da retenção da água da chuva na fonte (drenagem urbana, combate as enchentes);

• Limpeza da água pluvial, contribuindo para redução da poluição;

• Redução da poluição do ar pelo sequestro de carbono;

• Barra ruídos que vêm de fora e ainda pode virar uma área de lazer, dependendo da inclinação da cobertura e do peso que suporta;

• Esses telhados ajudam na diminuição da temperatura interna (casa) e externa (ambiente), mantendo uma ambiente agradável no calor ou no frio.

E são várias vegetações que se adaptam a este tipo de projeto:

– Grama-esmeralda (Zoysia japonica)
Resistente ao pisoteio, é um dos tipos mais rústicos entre as gramíneas. Para que fique viçosa, depende de  rega quando a chuva for insuficiente. Adubação semestral e poda periódica a mantêm homogênea.

- Grama-amendoim (Arachis repens)
Proporciona forração densa, com flores amarelas em boa parte do ano. É mais indicada para áreas sem pisoteio, dispensa podas regulares e suporta períodos de seca, embora sofra com geadas.

- Carpete-dourado (Sedum acre)

- Carpete-dourado (Sedum acre)
Espécie de suculenta (planta capaz de armazenar água) de baixo porte que sobrevive bem em solo raso e exige cuidados simples: dispensa poda, exige água e aguenta períodos de seca, mas não pisoteio.

- Echevéria (Echeveria glauca)
Rústica como toda a família das suculentas, pode ser tratada como a carpete-dourado, com regas apenas em caso de seca prolongada, sem exigir poda. Pede adubação semestral e não resiste a pisoteio.

- Cacto-margarida (Lampranthus productus)
A planta rasteira da família das suculentas floresce durante a primavera e o verão. Encara o clima frio, mas não o pisoteio. Exige água apenas nos dias mais secos e adubação semestral.

* Com informações do Assuntos Criativos.

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Mega Jardim Vertical “brota” em prédio de Barcelona

“Vegitecture”, o termo que mistura “vegetação” com “arquitetura” dá nome ao elegante Jardim Vertical desenvolvido para a fachada de um prédio residencial em Barcelona, na Espanha.

Visto de longe, o paredão verde – de 21 metros de altura e quase 300 metros quadrados de área – chega a se confundir com a paisagem arborizada das ruas que cercam o edifício.

Os benefícios vão muito além do efeito estético de adicionar um toque vibrante ao bairro. O jardim vertical ajuda a filtrar impurezas do ar, controlar a temperatura interna dos apartamentos e ainda funciona como um isolante natural de ruídos.

Toda a estrutura é feita em aço galvanizado e cada plataforma de jardins conta com banquinhos, fontes e até um telescópio que permite a observação em detalhes da flora e fauna. Pensando em atrair os bichos da vizinhança, os arquitetos equiparam o jardim com pequenos “abrigos” para as aves urbanas.

Um sistema de irrigação por gotejamento automatizado monitora o consumo de água e alimento (fertilizante) da fachada viva por meio de drenagens programadas. E três jardineiros profissionais são responsáveis pela poda das plantas.

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Faça do seu telhado um espaço verde

Há quem imagine que os Telhados Verdes sejam possíveis somente em construções novas. Entretanto, coberturas antigas de casas ou apartamentos também podem receber os benefícios do sistema.

O importante nestes casos é que sejam observadas a resistência da cobertura (se o modelo for colocado sobre o telhado) e a impermeabilização da laje.

O estado das telhas deve ser verificado principalmente porque a estrutura de um Telhado Verde (que inclui suporte, terra, água e vegetação) pesa, em média, 40 kg por m².

Diante disso, para garantir o sucesso da adaptação, pode ser necessário trocar o modelo da cobertura – em especial quando se tratar de telhas de cerâmica, que quebram fácil com o passar do tempo.

“Ao escolher um modelo de cobertura verde mais pesado, o ideal é retirar o telhado antigo, que não aguentará a carga extra, impermeabilizar a laje e adaptar o sistema verde”, afirma João Manuel Feijó, diretor da Ecotelhado.

Durante a escolha do melhor produto para fazer a impermeabilização, analise o tamanho da área. Locais grandes e sem muitos recortes podem receber mantas asfálticas pré-fabricadas, mas é bom lembrar que sua aplicação deve ser feita em altas temperaturas (com a ajuda de um maçarico) e que não há liga com madeira.

Outro aspecto que merece destaque na hora de transformar a cobertura tradicional em verde é perceber a inclinação do telhado. Como haverá necessidade de manter o jardim, o que inclui regas e podas periódicas, não é indicado adaptar o sistema em telhados com inclinação superior a 30º.

“Locais com grande declive dificultam a instalação e, muitas vezes, desperdiçam uma possível área de lazer”, diz Feijó.

Mas a cobertura sustentável não é voltada exclusivamente ao telhado da casa. Além dele, locais como a varanda também podem se transformar em boas alternativas para trazer a natureza à decoração.

O importante é que a área seja aberta e receba luz do sol e água da chuva. Quanto à estrutura, não há necessidade de reforço, pois as varandas aguentam, em média, cargas de 200 kg por m², o que torna viável a aplicação do sistema.

A área externa também pode receber diversas alternativas verdes além do Telhado Ecológico. Jardins verticais e coberturas de trepadeiras são boas opções e dão novos ares às paredes da varanda.

* Reportagem de Bruna Bessi, publicada originalmente no Portal IG.

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Agora é lei: prédios públicos do Paraná deverão ter Telhados Verdes

É isso mesmo. Todos os prédios públicos construídos a partir do mês passado, no Estado do Paraná, deverão ter sistema de aquecimento por energia solar, sistema de aproveitamento de águas da chuva e telhados ambientalmente corretos.

A lei, de autoria do deputado estadual Rasca Rodrigues, tem como objetivo gerar economia e ganhos ambientais aos municípios paranaenses.

Entre os principais benefícios apontados está a redução no consumo de energia elétrica, o combate ao desperdício de água tratada e redução do aquecimento global.

Para o professor Eloy Casagrande Junior, coordenador do Escritório Verde da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), a obrigatoriedade das instalações ecológicas ajuda a dar credibilidade para as novas tecnologias:

“A partir do momento que são implementados em prédios públicos, estes sistemas começam a ser melhor aceitos pela população”, avalia.

Ainda sobre o Telhado Verde, o professor cita alguns  benefícios: “É esteticamente bonito e ainda um bom isolante térmico, podendo reduzir de 3 a 5 graus a temperatura de uma residência. Além disso, é um ambiente a mais que pode ser utilizado como jardim ou horta e ainda ajuda a reduzir as emissões de carbono e a temperatura das ilhas de calor que se formam nas cidades”, enumera.

Para Casagrande, aliado à obrigatoriedade de instalar estes sistemas, o poder executivo e legislativo deveria estudar medidas de incentivo financeiro ao uso destas tecnologias.

“Países que adotam medidas como esta, criam programas de apoio como isenção fiscal e isenção de impostos, para diminuir o custo ara instalação dos sistemas”, exemplifica o professor.

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Jardins verticais mudam paisagem na cidade do México

Três jardins verticais instalados na Cidade do México dão origem às “ecoesculturas”: uma mistura de obra de arte e instrumento para purificar o poluído ar da capital mexicana.

Instalados por uma ONG chamada VerdMX, a prioridade dos jardins verticais é transformar a cidade. “É uma maneira de intervir no meio ambiente”, conta Fernando Ortiz Monasterio, arquiteto que projetou as obras.

Uma das esculturas que mais chamam a atenção é um jardim vertical com 55 mil plantas que resistem à contaminação diária de milhares de carros.

Segundo os responsáveis pelo projeto, a estrutura produz oxigênio, reduz o ruído urbano e ajuda a combater o efeito de ilha de calor — embora, à primeira vista, a estética chame mais a atenção do que a função ecológica.

“A arte pode ser um meio de comunicação para o tema ambiental. Todos falam sobre ações verdes, mas pouco fazem para realmente mudar a situação. A ideia era que os jardins fossem imponentes, para que as pessoas falassem deles e discutissem ecologia a partir de um conceito artístico”, define Monasterio.

A Cidade do México ainda é uma das mais poluídas do mundo, mas hoje reúne numerosas iniciativas ecológicas que semeiam uma nova consciência ambiental. Muitas associações civis surgiram com ideias frescas para fazer frente a esse problema sem depender totalmente do apoio governamental.

ONGs como a VerdMX buscam na iniciativa privada o financiamento para projetos ecológicos que favoreçam ao mesmo tempo uma marca e uma causa. No caso das “ecoesculturas” o financiamento veio da fabricante de veículos Nissan, no momento em que a empresa lançava uma linha de carros elétricos.

Entre as próximas ideias da organização está a criação de um “cartão verde” para apoiar projetos ecológicos, além da instalação de microgeradores de energia eólica em uma estrada mexicana, que poderia ser a primeira livre de emissões no país.

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Jardim Vertical é adotado em prédio de escola em Cingapura

O projeto arquitetônico de uma escola de ensino médio, especializada em artes visuais e cênicas, chama a atenção em Cingapura.

A construção possui diversas características sustentáveis, sendo que o prédio se destaca pelas grandes paredes verdes criadas com a utilização dos Jardins Verticais.

Além das plantas em toda a área externa, o prédio permite entrada ampla de luz solar e ventilação natural.

A ideia das paredes verdes é que elas contribuam no isolamento térmico e acústico do interior da construção.

Também foram planejadas diversas áreas de convivência entre os prédios com a finalidade de incentivar a interação entre os alunos.

A localização da escola em Cingapura não surpreende afinal a cidade foi escolhida ano passado como a mais verde da Ásia. A explicação estaria no fato de que nas cidades mais prósperas a consciência ambiental é maior e as infraestruturas são mais eficientes.

Por falar em escola sustentável, a Ecotelhado está presente na primeira escola no conceito “verde” da América Latina e a primeira pública do mundo.

O Colégio Estadual Erich Walter fica na zona oeste do Rio de Janeiro e foi um dos pioneiros a conquistar a certificação LEED Schools (Leadership in Energy and Environmental Design), do Green Building Council.

O projeto conta com a participação da Ecotelhado, com instalações de telhado verde, ecopavimento e brise vegetal. Confira as imagens abaixo:

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E se a Torre Eiffel fosse uma construção sustentável?

Aproveitar um dos maiores monumentos do mundo para promover a sustentabilidade foi a tarefa de uma empresa de planejamento urbano da França, a Ginger, que desenvolveu um plano para converter a Torre Eiffel em uma árvore gigante.

A ideia seria cobrir a construção com 600.000 plantas, distribuídas nos 324 metros de altura da torre através de 12 toneladas de tubos de borracha, que instalariam também a vegetação de maneira que ela pudesse crescer organicamente.

De acordo com a empresa responsável pelo projeto, o custo total da ‘Torre Eiffel ecológica’ seria de 72 milhões de euros. Outro número gigante: a reforma poderia eliminar 87,8 toneladas de dióxido de carbono na capital francesa.

O projeto, ainda não aprovado, gerou controvérsia entre governo, população e imprensa da França, já que alguns defendem a reformulação em busca da reconciliação de Paris com a natureza, enquanto outros dizem que tudo faz parte somente de uma ‘moda sustentável’ que destruiria o patrimônio.

O jardim vertical entraria na estrutura da torre através da instalação de luz LED feita há mais de dez anos para shows noturnos, o que não comprometeria a base. O peso total da cobertura de vegetação seria de 378 toneladas, que teria ainda um sistema de irrigação.  E você, o que acha da ideia?

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