Em Nova Iorque, Telhados Verdes apresentam fungos

Ao contrário do que muita gente pensa, essa não é uma notícia ruim! Foi detectada por especialistas uma grande quantidade de colônias de fungos nos telhados verdes de cinco bairros da cidade de Nova Iorque. Esses telhados abrigam uma comunidade de fungos diversificada, com características benéficas de sobreviver em habitats poluídos e perturbados.

fungos

Os fungos se alimentam de matéria orgânica em decomposição e são famosos por terem extrema importância na indústria farmacêutica, na produção de antibióticos como a penicilina, descoberta por Alexander Fleming em 1929, que é amplamente utilizada na atualidade.

Em Nova Iorque, os pesquisadores fizeram testes do solo de 10 telhados verdes. Essas amostragens foram comparadas com as amostragens encontradas em cinco parques da cidade. Entre os parques está o Central Park e o High Line e a conclusão foi que somente 54% dos fungos que estão presentes nos telhados verdes estão também presentes nos solos.

MICRORGANISMOS SALVAM VIDAS

O estudo sugere essencialmente que os fungos que vivem nos telhados verdes da grande metrópole tem a capacidade de proporcionar benefícios ecológicos que não são encontrados nos parques. Os solos dos parques mostraram uma grande produção de biomassa de micróbios nocivos à saúde. Detectaram também a presença elevada de metais pesados. Durante a comparação do solo dos telhados verdes com o solo dos parques ficou evidenciado que se alimentos fossem produzidos nesses dois diferentes locais, o produto final dos parques certamente seriam insalubres se ingeridos em grande quantidade.

Cresce 200% a demanda por selo verde para construção no País

A certificação Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), uma das mais reconhecidas para construções verdes no mundo, vai mudar a partir do próximo ano. A novidade anunciada durante a Conferência Greenbuilding Brasil, em São Paulo, inclui a fixação de critérios e uma pontuação para o empreendimento de acordo com a metodologia de desenvolvimento do projeto da obra e o lançamento de uma versão oficial do questionário para o construtor em português – até agora, há apenas a versão em inglês.

O Leed V.4, que será lançado no início de 2013, vai valorizar os chamados “projetos integrados”. O objetivo é fomentar o uso de metodologias que incluam, desde o nascimento do projeto, equipes de diversas disciplinas, como arquitetura, climatização, paisagismo, estrutura, automação e construção. A ideia é de que participem juntas de todas as fases de desenvolvimento do projeto. Desde a concepção e definição de objetivos até a avaliação do desempenho.

Que o Ecotelhado (telhado verde)  e o Jardim Vertical ganham muitos pontos na certificação, todos sabemos. Mas agora a avaliação de projetos vai ganhar também outro novo critério, o referente a localização e transporte. Nele será verificado como o novo empreendimento irá interagir e impactar a região e a comunidade na qual será construído. Outras novidades são a valorização da reutilização de materiais provenientes do próprio setor de construção, no critério materiais, e a criação de um item para acústica dentro do parâmetro qualidade do ambiente interno.

 

Além dos parâmetros de avaliação também estão sendo pensadas medidas para facilitar o entendimento e desburocratizar o processo. Segundo o vice-presidente do United States Green Building Council (USGBC), que emite os certificados de construção verde para obras imobiliárias, Scot Horst, está sendo preparado um guia para servir de referência para as empresas que quiserem apresentar seus projetos.

Apesar de ter projetos em 135 países, a certificadora está focada na operação realizada em três países e em duas regiões do globo: China, índia, Brasil, Oriente Médio e Europa. Segundo Horst, esses são os países que mais crescem em termos de construção verde e onde as grandes transformações estão ocorrendo. De acordo com o dirigente, o Brasil está entre os primeiros da lista. Desde o ano passado o País teve um aumento de 200% no número de projetos inscritos. Não é para menos que o exame terá agora versões oficiais em português e francês.

 

Ter uma horta doméstica é muito mais simples do que você pensa

Que a Ecotelhado vem investido na elaboração de produtos que colaboram com a diminuição de temperatura interna, renovação do ar e embelezamento dos cenários urbanos, todo mundo sabe.

Mas o que pouca gente tem conhecimento é que, entre os diversos sistemas que oferecemos, dois estão se destacando no mercado – o Ecotelhado Hexa e a Ecoparede Canguru – justamente por oferecerem a possibilidade de cultivar hortaliças e construir uma horta urbana.

Unindo solução em design e sustentabilidade o Ecotelhado Hexa é um sistema modular em formato hexagonal, que possibilita fácil adequação a qualquer espaço.

“Muitos clientes estão nos procurando para instalar um ecotelhado que possibilite o cultivo de verduras e legumes, é uma tendência que vem se fortalecendo a cada dia”, explica o diretor de projetos, Henrique Guimarães.

Entre as vantagens estão o baixo peso, a alta capacidade de retenção de água e a excelente porosidade. O sistema pode ser empregado também como um reservatório de água da chuva.

Já a Ecoparede Canguru, também conhecida como parede verde ou jardim vertical, pode ser instalada em qualquer parede ensolarada.

Cada floreira tem 0,45 largura X 0,10 de altura e 0,12 de profundidade e pode receber diversos tipos de vegetação.

Gostou? Então acesse o nosso site e descubra qual é a melhor solução para você. Agora não tem mais desculpa para não ter a sua própria horta doméstica!

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Jardim no Telhado: mais que uma boa ideia

Telhado verde, Jardim Suspenso ou ainda, Ecotelhado, é uma ideia que já começa a ser bem difundida aqui no Brasil e está mostrando que tem potencial para ajudar-nos a ter uma cidade mais verde e ecológica.

Além de ter um impacto positivo do ponto de vista estético, o mais importante é saber porque o Ecotelhado é uma boa ideia:

• Aumento da biodiversidade;

• Redução da velocidade de escoamento da água da chuva (ajuda no combate a enchentes);

• Aumento da retenção da água da chuva na fonte (drenagem urbana, combate as enchentes);

• Limpeza da água pluvial, contribuindo para redução da poluição;

• Redução da poluição do ar pelo sequestro de carbono;

• Barra ruídos que vêm de fora e ainda pode virar uma área de lazer, dependendo da inclinação da cobertura e do peso que suporta;

• Esses telhados ajudam na diminuição da temperatura interna (casa) e externa (ambiente), mantendo uma ambiente agradável no calor ou no frio.

E são várias vegetações que se adaptam a este tipo de projeto:

– Grama-esmeralda (Zoysia japonica)
Resistente ao pisoteio, é um dos tipos mais rústicos entre as gramíneas. Para que fique viçosa, depende de  rega quando a chuva for insuficiente. Adubação semestral e poda periódica a mantêm homogênea.

- Grama-amendoim (Arachis repens)
Proporciona forração densa, com flores amarelas em boa parte do ano. É mais indicada para áreas sem pisoteio, dispensa podas regulares e suporta períodos de seca, embora sofra com geadas.

- Carpete-dourado (Sedum acre)

- Carpete-dourado (Sedum acre)
Espécie de suculenta (planta capaz de armazenar água) de baixo porte que sobrevive bem em solo raso e exige cuidados simples: dispensa poda, exige água e aguenta períodos de seca, mas não pisoteio.

- Echevéria (Echeveria glauca)
Rústica como toda a família das suculentas, pode ser tratada como a carpete-dourado, com regas apenas em caso de seca prolongada, sem exigir poda. Pede adubação semestral e não resiste a pisoteio.

- Cacto-margarida (Lampranthus productus)
A planta rasteira da família das suculentas floresce durante a primavera e o verão. Encara o clima frio, mas não o pisoteio. Exige água apenas nos dias mais secos e adubação semestral.

* Com informações do Assuntos Criativos.

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Primeira escola verde do Brasil já “dá frutos” no Rio de Janeiro

É na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro que foi instalada a primeira escola verde do país. Resultado de uma parceria público-privada, a instituição está localizada no bairro de Santa Cruz.

Novidade que chama a atenção dos moradores, o Colégio Estadual Erich Walter Heine conta com painéis solares, reaproveitamento da água da chuva, iluminação natural área para reciclagem.

E claro, não poderia faltar a contribuição da Ecotelhado: instalamos 790m² de Telhado Verde na primeira escola estadual no mundo a conquistar a certificação LEED Schools.

Plantas foram integradas à estrutura física do Telhado Verde, ajudando a reter água para reuso, favorecer o clima e neutralizar emissões de carbono.

E o mais bacana vem agora: embora aberta há apenas três meses, a escola já dá frutos! Tem gente levando para casa o que aprendeu na sala de aula.

“Meu pai montou um sistema de captação da água da chuva lá em casa”, conta o estudante Hebert Elias Sanches, de 17 anos. “Usamos para lavar a roupa, limpar o quintal e sanitários. A conta d’água está mais barata”, afirma.

Vale lembrar que o Ecotelhado da escola modelo pode ser visitado pela comunidade escolar e, no futuro, também por moradores, já que a direção faz planos de abrir as portas do colégio nos finais de semana.

Não é demais? Então acesse o nosso site e conheça outros projetos super legais que utilizam o Telhado Verde e outras soluções sustentáveis!

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Parede Verde leva sustentabilidade para escritório

Que tal trabalhar em sintonia com a natureza?

Pois o projeto de um escritório em São Francisco, na Califórnia, mostra como aplicar a sustentabilidade na construção e ainda montar uma Parede Verde em um ambiente interno.

As plantas são fixadas a uma tela perfurada inoxidável que está ligada a um ventilador. O ar é aspirado através das plantas -proporcionando assim filtração natural - e em seguida reciclado de volta para o ambiente.

A construção foi feita para utilizar da melhor maneira possível a luz solar, usando principalmente grandes janelas.

Também foi realizado um esforço para reduzir a variedade de materiais usados – quanto menos fornecedores e entregadores, menor vai ser o impacto da construção no meio ambiente.

Além disso, os materiais foram escolhidos por terem características sustentáveis.

Gostou da ideia? Então acesse o nosso site e conheça outros projetos bem bacanas que utilizam a Parede Verde.

 
Confira também os os benefícios que a instalação de um Jardim Vertical pode trazer para a sua casa ou o seu escritório!


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Sistema Hexa da Ecotelhado no Parque de Madureira

Acaba de ser inaugurado o Parque de Madureira, no subúrbio do Rio de Janeiro. Com 93 mil metros quadrados, área equivalente a 12 campos de futebol, o local só é menor do que o Aterro do Flamengo e a Quinta da Boa Vista.

O parque é totalmente sustentável e conquistou o selo Aqua (Alta Qualidade Ambiental), desenvolvido pela Fundação Vanzonili, em parceria com a Escola Politécnica da USP e o francês Centre Scientifique et Technique du Bâtiment (CSTB).

O local possui centro de visitantes com iluminação movida à energia solar, sistema de irrigação que evita desperdícios, reutilização de água da chuva, Ecotelhado, parede verde e 400 lâmpadas LED.

A solução implantada por nós, em parceria com a “Subindo Verdes pelas Paredes” e a “Bioma Paisagismo”, foi o sistema Hexa. Foram instalados 700 m2.

Além disso, o parque recebeu 432 árvores e conta com laguinhos e chafarizes. Também possui brinquedos, uma biblioteca virtual, ciclovia, quadras poliesportivas, de futebol society e também de vôlei de praia, além de equipamentos de musculação.

O Parque de Madureira fica na Rua Soares Caldeira, 115. O horário de funcionamento é de terça a sexta, das 5h à meia-noite; sábados, o dia todo; e domingo até meia-noite.
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Jardim Vertical dá aparência orgânica a prédio no Japão

O escritório japonês de arquitetura Kengo Kuma & Associados projetou um edifício bastante diferente em Odawara, Japão.

A estrutura conta com Jardins Verticais: a fachada é feita em painéis de alumínio fundido que servem como plantadores verticais. Isso rendeu ao prédio um ar orgânico.

A construção tem cinco andares e foi concluída em maio de 2011. A estrutura é separada em espaços para diferentes usos. Por isso, o prédio abriga uma clínica, uma farmácia, escritórios, uma escola profissional e até uma residência com dois quartos.

A fachada é completamente coberta com os painéis de alumínio fundido, no entanto, nem todos são equipados com plantas. A disposição aleatória dos vegetais faz com que o prédio pareça um tanto antigo, supostamente dominado pelas plantas.

Os blocos pré-fabricados são organizados de maneira a permitir a passagem da luminosidade e da ventilação natural.

Além disso, eles são equipados com um sistema interno de irrigação, que inclui mangueiras e também um reservatório de ar, com tubos que permitem a ventilação.

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