Mais Vegetação, Menos Criminalidade

Você já parou pra pensar quais os benefícios que o uso de vegetação nas cidades pode nos trazer? A diminuição da criminalidade é um deles! Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revela que cidades mais arborizadas tem uma menor taxa de crimes do que aquelas com baixas quantidades de vegetação.

greener city - less violence

Um estudo-piloto sugeriu uma relação entre a falta de vegetação e as taxas de “incivilidades” ou crimes menores. Uma pesquisa de 31 sítios urbanos, em uma comunidade da Califórnia descobriu que 90% dos incidentes de vandalismo ou grafite ocorreram em áreas sem plantio, em comparação com 10% em áreas ajardinadas. Em unidades habitacionais públicas de Chicago, 90 moradores relataram menos pichações, vandalismo e lixo em espaços ao ar livre com árvores e grama do que em espaços mais áridos. Taxas de ruptura social e incivilidades, tais como a presença de indivíduos barulhentos, vadiagem e atividades ilegais, também foram menores em áreas plantadas.

Para analisar os crimes graves, uma equipe de cientistas recolheu dois anos de dados da polícia sobre propriedades e crimes violentos em comunidades públicas no interior de Chicago. Os edifícios analisados eram arquitetonicamente similares, mas quanto mais verde nos arredores do prédio, menor o número de crimes totais. Comparando edifícios com diferentes níveis de vegetação, aqueles com muita vegetação registraram 52% menos crimes totais, 48% menos crimes contra propriedades e 56% menos crimes violentos do que em edifícios com baixos níveis de vegetação.

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A vegetação residencial tem sido associada com uma maior sensação de segurança, menor incivilidades e menos comportamentos agressivos e violentos. A ligação entre arborização urbana e sistemas sociais mais saudáveis é surpreendentemente simples. A presença de vegetação pode transformar terras áridas em espaços agradáveis e acolhedores. Esses locais servem para fortalecer os laços entre os moradores, aumentar a vigilância informal e deter o crime, criando assim comunidades urbanas saudáveis e mais seguras.

Fonte: http://depts.washington.edu/hhwb/Thm_Crime.html

Aprovada obrigatoriedade do uso de Ecotelhado em Curitiba

A Comissão de Legislação, Justiça e Redação aprovou o Projeto de Lei que dispõe sobre a obrigatoriedade de utilizar telhado verde no dia 27 de março de 2013. Essa foi uma iniciativa do Vereador Prof. Galdino com o apoio da ATVBrasil (Associação Telhados Verdes Brasil). O projeto determina que as edificações, residenciais ou não, com mais de três unidades agrupadas verticalmente, obrigatoriamente devem utilizar telhados verdes.

O Prof. Galdino em seu texto (código do projeto – 005.00006.2013) define como telhado verde uma camada de vegetação sobre o telhado ou a cobertura. Deverá ter vegetação preferencialmente nativa, para resistir ao clima do município. O objetivo, de acordo com o autor, em concordância com a ATVBrasil, é diminuir as ilhas de calor urbano, absorver o escoamento superficial, reduzir a demanda de ar condicionado e melhorar o microclima com a transformação do dióxido de carbono (CO2 em oxigênio (O2) através da fotossíntese.

fabrica em Curitiba

Veja a seguir o texto completo que está sendo debatido na Câmara Municipal de Curitiba:

Dispõe sobre a obrigatoriedade da instalação do “Telhado Verde” nos locais que especifica e dá outras providências.
Texto:

Art. 1°. Os projetos de edificações, residenciais ou não, com mais de 3 (três) unidades agrupadas verticalmente, protocolizados na Prefeitura para aprovação a partir da data de promulgação da presente Lei, deverão prever a construção do “Telhado Verde”.

§ 1°. Para os fins desta Lei, “Telhado Verde” é uma cobertura de vegetação arquitetada sobre laje ou cobertura, de modo a melhorar o aspecto paisagístico, diminuir as ilhas de calor, absorver o escoamento superficial, reduzir a demanda de ar condicionado e melhorar o microclima com a transformação do dióxido de carbono (CO2) em oxigênio (O2) pela fotossíntese.

§ 2°. O “Telhado Verde” poderá ter vegetação intensiva ou extensiva, preferencialmente nativa, e deve resistir ao clima do município e às variações de temperatura, além de exigir pouca quantidade de água, de modo a não servir de habitat de mosquitos como o Aedes aegypti.

Art. 2°. Somente será admitida como “Telhado Verde” a vegetação composta das seguintes camadas:

I – impermeabilização;

II – proteção contra raízes;

III – drenagem;

IV – filtragem;

V – substrato;

VI – vegetação.

Art. 3°. A área destinada pelas construções edificadas ao “Telhado Verde” será considerada, para todos os efeitos, como tendo as mesmas características da área permeável.

Art. 4°. Com a finalidade de tornar públicos os modos de aplicação e os benefícios do “Telhado Verde”, e de incentivar a sua aplicação nas edificações, podem ser elaborados:

I – estudos junto a organizações públicas ou privadas para a definição de padrões estruturais para implantação do “Telhado Verde” no Município;

II – cursos e palestras para a divulgação das técnicas imprescindíveis à implantação do “Telhado Verde”, como na parte estrutural, tipos de vegetação, e substrato;

III – incentivos fiscais e financeiros aos proprietários das edificações que adotarem “Telhado Verde” em conformidade com padrões técnicos especificados na regulamentação desta Lei.

Art. 5°. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

matte leão ecotelhado
Justificativa:

Por questão de transparência, esclarecemos que em primeiro momento enviamos para tramitação Projeto de Lei com caráter autorizativo. Porém, constatamos que em São Paulo, Projeto de Lei de autoria da Nobre Vereadora Sandra Tadeu que trata da mesma matéria, e que não é autorizativo, foi aprovado em primeiro turno.

Entramos em contato com a assessoria da Vereadora, e nos foi permitido o uso do texto do Projeto aprovado em primeiro turno, para que possa ser aplicado no Município de Curitiba.

Enfim, damos os devidos créditos à Vereadora Sandra Tadeu, que demonstra grande preocupação com o meio ambiente por ter enviado o Projeto de Lei n° 115/2009 para trâmite na Câmara Municipal de São Paulo. Tendo nós, do Gabinete do Vereador Professor Galdino, a mesma preocupação com relação ao meio ambiente, achamos salutar encaminhar tal Projeto para que possa se tornar Lei em nossa querida cidade de Curitiba.

Ecotelhado em prédios públicos no Rio de Janeiro

O projeto será promulgado nos próximos dias! Prédios públicos novos, fundações, e inclusive autarquias, devem adotar o telhado verde. A cobertura vegetada é aplicada sobre a laje ou sobre o telhado convencional com o intuito de aumentar a área verde. Além de aumentar a área verde, a proposta dos jardins suspensos é atenuar a poluição do ar e proporcionar mais drenagem e limpeza da água pluvial. Outro fator comprovado através de pesquisas realizadas em universidades brasileiras e internacionais, é que o Ecotelhado tem a propriedade de reduzir a temperatura interna das edificações.

 

O projeto teve seu vigor garantido nesta terça-feira, dia 27 de novembro, logo após a queda do veto a esse projeto de lei, pelo Deputado Luiz Martins (PDT). “Com esta norma, estamos autorizando a implantação de uma solução simples e eficiente para os prédios públicos”. Revalidado por unanimidade com 50 votos, o projeto será promulgado nos próximos dias.

A proposta ainda informa que todo detalhamento técnico para regulamentação da Lei, ficará a cargo das Secretarias de Estado de Obras, de Meio Ambiente e da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro. Outra informação que o texto ainda oferece é sobre o tipo de vegetação que deverá ser utilizada, sendo preferencialmente, nativa e resistente ao clima tropical. Além de utilizar pouca quantidade de água, ela fica retida sob uma camada espessa de substrato e vegetação, impedindo a proliferação de insetos indesejáveis como o “Aedes Aegypti”.

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ONU premia projeto do Escritório Verde da UTFPR – Ecotelhado foi parceira!

Projeto do Escritório Verde da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), recebe reconhecimento da ONU (Organização das Nações Unidas) por contribuição na promoção de participação comunitária em práticas para a sustentabildade. A empresa Ecotelhado foi parceira com a cobertura verde.

Ecotelhado foi parceiro

O prêmio for recebido no dia 24 de setembro, pelo coordenador do projeto, Prof. Dr. Eloy Casagrande Jr., em Tongyeang, Coreia do Sul, na “Sétima Conferência dos Centros de Expertise em Educação para o Desenvolvimento Sustentável, da UNU/ONU”, juntamente com mais trinta projetos desenvolvidos dentro da rede de centros de expertise em educação para a sustentabilidade, composta por mais de 100 centros em diferentes países do mundo e coordenados pela Universidade das Nações Unidas (UNU), com sede no Japão.

 

 

Prefeitura do Rio de Janeiro prevê redução de impostos para prédios sustentáveis

A cidade do Rio de Janeiro – que  recebe a partir de quarta-feira a Rio+20 – já começa a costurar nesta segunda-feira uma legislação incentivando os “prédios verdes”, ou seja, as construções que adotam métodos construtivos menos agressivos ao meio ambiente e tecnologias de economia e eficiência no uso de água e energia.

A proposta, que será encaminhada pela prefeitura à Câmara dos Vereadores, prevê benefícios fiscais, como descontos de até 50% ou mesmo isenção de IPTU e ITBI, além de redução de ISS, durante as obras e após o habite-se.

A nova legislação prevê ainda que os prédios ecológicos possam se beneficiar de mudanças pontuais na legislação urbanística, como coberturas e pavimentos de uso comum maiores, e vagas de garagem menores.

Um decreto, que será publicado ainda esta semana, criará os selos Qualiverde e Qualiverde Total, que serão dados a projetos multifamiliares ou comerciais novos ou de reforma, a partir de uma classificação por pontos.

A adoção de dispositivos de economia e de reuso de água, painéis solares como fonte de energia e telhados com cobertura verde, por exemplo, contarão a favor da certificação. Para ganhar os selos, os projetos terão que somar de 70 a 100 pontos.

Se a proposta for aprovada, os selos darão direito a descontos de 50% ou isenção de IPTU durante as obras, até o limite de dois exercícios fiscais.

Após o habite-se, a redução de IPTU poderá ser de 10% ou 20% para os moradores, conforme a classificação obtida. E valerá por três anos, podendo ser renovada indefinidas vezes, desde que os prédios mantenham as características sustentáveis.

A prefeitura proporá ainda descontos de 50% ou isenção de ITBI na primeira aquisição dos imóveis verdes. E alíquotas especiais de ISS de 1,5% ou 0,5% para os projetos. Hoje, a alíquota de ISS da construção civil é de 3%.

Ainda de acordo com a proposta, nos prédios Qualiverdes as coberturas poderão ocupar 75% da área do andar inferior. Hoje esse limite é de 50%.

Já os pavimentos de uso comum poderão ocupar 100% da projeção do prédio (hoje o percentual é de 50%). E 20% das vagas de garagem poderão ser menores que o tamanho padrão atual, de 2,5 metros por 5 metros. Uma vaga poderá ainda barrar o acesso a outras da mesma unidade. Hoje isso é proibido, apesar de ser comum em prédios do Rio.

A prefeitura quer em grande escala uma prática hoje isolada. Um exemplo de prédio verde na cidade é o edifício Marquês dos Reis, no Centro, que, entre outras medidas, adotou telhado com vegetação para captar água da chuva.

Reformado em 2011, o prédio deverá receber certificação internacional LEED, de projetos ecológicos.

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Como criar empregos com a economia verde

Da produção de biocombustíveis à reciclagem. Da colheita na floresta ao design de ambientes sustentáveis.

Segundo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado no início do mês, 60 milhões de empregos sustentáveis podem ser criados se o sistema atual de produção e consumo for direcionado para a economia verde.

As oportunidades poderiam representar um alívio para boa parte dos 74,8 milhões de jovens desempregados do planeta.

Para que isso aconteça, segundo o estudo, são necessários investimentos em oito setores que juntos respondem pelo emprego de 1,5 bilhão de pessoas — a metade da força de trabalho mundial.

Estes setores — energia, indústria, agricultura, reciclagem, construção, pesca, florestas e transporte — serão os mais afetados pelo mau uso dos recursos naturais e pela degradação ambiental. São eles também os que apresentam as maiores oportunidades.

A indústria de construção civil, por exemplo, utiliza um terço do uso de energia global e responde por um terço das emissões de gases e emprega 111 milhões de pessoas ao redor do mundo.

Se as políticas de economia verde forem adotadas, o setor é o que possui o maior potencial para a redução de emissões de gases e também para a geração de empregos verdes.

Novas oportunidades aparecem na construção de novas edificações ecologicamente mais eficientes, nas reformas, no design e na produção de novos materiais e produtos.

Estimativas indicam que o investimento de 470 bilhões de dólares em cinco anos para “esverdear” o setor possa gerar 17,5 milhões de empregos.

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Ecotelhado bom pra cachorro!

Olha só que ideia bacana: agora o seu animal de estimação também pode ter uma moradia ecológica.

É isso mesmo, acabamos de desenvolver uma aplicação para as casas dos animais de estimação que estão sendo utilizadas pela nossa parceira Engenharia Carvalho, lá de Belo Horizonte.

As casinhas com Telhado Verde, além de proporcionar conforto térmico, deixando os ambientes mais frescos para os animais, também garantem conforto acústico, diminuindo através da biomassa da vegetação os ruídos externos.

E o mais legal é que o Telhado Verde atrai pássaros e borboletas, fazendo com que o seu animal de estimação tenha mais contato com a natureza.

Ou seja, é bom para o meio ambiente e também para o seu animalzinho!

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TeCobI Expo 2012 terá fórum sobre Telhados Verdes

A TeCobI Expo 2012, evento internacional de telhados, coberturas e impermeabilização que acontece acontece entre os dias 18 a 20 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo, terá uma programação especial para tratar de Telhados Verdes.

O fórum TeCobI Eco irá discutir soluções inovadoras e ambientalmente corretas como telhas ecológicas, além de tecnologias para utilização de energia solar (fotovoltaica), geotérmica, eólica entre outras, que sejam aplicáveis aos topos das construções.

E o primeiro dia da programação estará a cargo da ATV Brasil – Associação Telhado Verde, que vê no TeCobI Eco uma oportunidade inédita para discutir os benefícios dos telhados ecológicos para a comunidade.

“Neste momento em que se propõe projeto de lei de obrigatoriedade de telhado verde é muito pertinente comunicar aos formadores de opinião e a população a melhoria que o aumento de área ecológica efetiva pode trazer a cidade”, diz afirma João Manuel Linck Feijó, presidente da ATV Brasil e sócio diretor da Ecotelhado.

Para o evento, a ATV Brasil está programando a apresentação de estudos de casos e linha de ação para desenvolvimento de legislação sobre o tema para o Brasil. “O mercado de aplicação de telhado vivo cresce no Brasil a proporções geométricas e este é o momento de oportunizar espaço para mostra, debate e informação da nova tecnologia”, acrescenta Feijó.

A TeCobI Expo 2012 contará com a presença de alguns dos maiores experts do mercado de telhado, coberturas e impermeabilização. A ideia é promover networking e intercâmbio de melhores práticas durante os três dias de palestras do evento.

Informações sobre programação e inscrições podem ser obtidas aqui.

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