Dois estados brasileiros estão em lista dos projetos mais sustentáveis do mundo

Cidade Pedra Branca, em Palhoça, e Parque da Cidade, em São Paulo, aparecem na lista elaborada pelo Programa Climate Positive Development, da Rede C40 a da Fundação Clinton (Programa Clinton Climate Initiative Cities – Iniciativa Comunidades Sustentáveis), que, juntamente com os outros projetos fundadores, demonstrarão estratégias positivas para o clima, estabelecendo um forte exemplo ambiental e econômico a ser seguido pelas cidades.

A Cidade Universitária Pedra Branca defende o conceito de Urbanismo Sustentável, integrando uma preocupação com os pedestres, com as construções sustentáveis e a quantidade de espaços públicos, além de toda uma infra-estrutura de alta performance desenvolvida para as áreas de tecnologia e saúde.

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O Parque da Cidade inspira-se no conceito Cidades Compactas, onde tudo está concentrado em um mesmo espaço. A sustentabilidade incorpora a preservação ambiental e o compromisso com a promoção do desenvolvimento humano, econômico e cultural. O conjunto de soluções considera metas em otimização do uso do solo, saúde e sociedade, transporte e acessos, redução na emissão de CO2, construção de rede, além de gestão da água, energia e resíduos.

Parque da Cidade - 18 mais

Os outros projetos fundadores são: Victoria Harbour e Barangardo (Austrália), Menlyn Maine (África do Sul), Magok Urban Project (Japão), Mahindra World City e Godrej Garden City (Índia), Panamá Pacífico (Panamá), Project Zero (Polônia), Stockholm Royal Seaport (Suécia), Albert Basin (Irlanda do Norte), Elephant & Castle (Inglaterra) e os americanos Dorckside Green, Ecodistricts, Treasure Island, Oberlin e Waterfront Toronto.

Condomínio abriga grande jardim suspenso sobre área de supermercado

Imagine olhar pela janela de seu apartamento e enxergar um belo jardim em diversos níveis sobre uma grande área que poderia ser uma massa cinzenta de concreto! Pois já foi criado e desenvolvido um projeto que abriga no mesmo empreendimento três torres residenciais de 21 andares cada, com jardins fechados, tendo como parte de seu condomínio um supermercado com seu terraço totalmente recoberto de vegetação.

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Esse condomínio será construído em 2014 na cidade de Sanya, na província de Hainan, no sul da China. Local com clima tropical, propício para o bom desenvolvimento de vegetação, que atrai um grande e representativo número de turistas.

O projeto foi concebido pelo estúdio NL Architects, a partir da observação da maior parte dos supermercados já concebidos. Esses espaços em geral criam superfícies impenetráveis, com fachadas “cegas” que só servem de apoio para placas publicitárias. Para aliviar esse tipo de concepção, os arquitetos projetaram em pisos subterrâneos os espaços das compras do supermercado, do estacionamento, como também o de cargas e descargas, deixando nos pisos térreos zonas de lazer e as lojas. Sobre o terraço, que foi escalonado em diversos níveis, será criado um belo projeto paisagístico recobrindo todo o andar superior da edificação.

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Os arquitetos, cientes da tendência mundial de restaurar o meio ambiente, desenvolveram esse projeto com a preocupação de aproximar a natureza das grandes edificações tornando-o aprazível aos olhos e trazendo benefícios já conhecidos como a redução no consumo de energia para climatização e diminuição da reverberação de ruídos pela presença de grandes massas verdes.  E ainda propiciando a recuperação de habitat para espécies da biodiversidade local.

Jardim funcional – Reduz custos com climatização e traz várias vantagens

Inspirada nos jardins suspensos da Babilônia, a técnica conhecida como telhado verde não tem nada de arcaica. Pelo contrário – é uma alternativa moderna, cada vez mais difundida e que traz vantagens para os usuários.

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O sistema é simples e consiste no uso de uma camada de vegetação na cobertura dos imóveis. A instalação de estrutura que propicie o crescimento de plantas em um local que ficaria sem uso, como o telhado, resulta em maior conforto térmico e acústico. Além disso, melhora o microclima da região, pois as plantas ajudam a recompor área para a drenagem de água da chuva.

“Pela evaporação, o telhado verde colabora para arrefecer as áreas mais urbanizadas, além de reduzir ruídos. Ele também aumenta a vida útil da edificação, uma vez que a protege do calor direto, evitando dilatação e trincas” enumera o engenheiro Eloy Casagrande, coordenador do Escritório Verde, projeto da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). A iniciativa da instituição usa o telhado verde e outros elementos sustentáveis na construção.

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Benefícios

A lista de benefícios do telhado verde inclui a biodiversidade. “É uma alternativa para a criação de espaços verdes em meio a tanto concreto usado nas cidades, e quando possível, o espaço pode também ser usado como uma área de lazer”, explica Casagrande. O conforto térmico gera economia porque reduz custos com a energia para manter a climatização.

A ideia de usar a cobertura do imóvel para manter um jardim vem sendo mais utilizada em empresas que buscam certificações ambientais, mas é aplicável a residências. “A tecnologia é simples e o custo para instalação se reverte em economia a longo prazo”, explica João Manuel Feijó, engenheiro agrônomo da Ecotelhado, empresa especializada nesse tipo de estrutura.

O sistema tem poucas restrições: basta que o imóvel tenha laje capaz de suportar o peso da estrutura, da camada de terra e das plantas. “Quase a totalidade dos prédios pode receber o telhado”, comenta Feijó. A simplicidade também é citada por Caio Bonatto, diretor da empresa de construções ecológicas TecVerde, como um facilitador para adoção da cobertura sustentável. “O teto verde é uma ótima solução para aumentar o conforto térmico dos imóveis, principalmente os últimos andares dos prédios, que costumam ser mais quentes”, aponta.

Cuidados

As exigências do telhado verde são a instalação adequada e a manutenção. O sistema tem que ser colocado de maneira correta para evitar infiltrações e umidade. “A vedação é essencial”, explica Feijó. O sistema de escoamento da água absorvida pelo telhado verde também tem que estar livre de imperfeições, o que exige atenção constante.

Tratamento de esgoto pode ser integrado

O Ecoesgoto é um sistema que pode se conjugar ao telhado verde. A estação de tratamento de efluentes biológicos é acoplada à cobertura. “A estrutura faz o manejo dos dejetos e da reciclagem dos líquidos do banho, das pias e do vaso sanitário, além da água, que é absorvida pelo telhado”, explica João Manuel Feijó, engenheiro agrônomo da Ecotelhado, que oferece o equipamento.

A reciclagem é feita através de um vermifiltro. “Dejetos sólidos de sanitários e da cozinha são canalizados para o vermifiltro, composto por minhocas, que vão digerir todo o material”, explica.

Feijó observa que o sistema é barato e custa entre R$ 150 a R$ 200 por metro quadrado, podendo ser instalado em todo tipo de imóvel. “É uma solução ecologicamente correta, mais barata e eficiente do que os sistemas convencionais”, comenta.

O vermifiltro é uma câmara cujo tamanho varia de acordo com o projeto e volume de efluentes. O equipamento pode ser aéreo ou subterrâneo e vem acompanhado de elementos paisagísticos. Por ser um sistema anaeróbico, o Ecoesgoto não exala mau cheiro.


Parede verde enfeita e protege

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Adotar o jardim vertical ajuda a fugir do calor e deixa o imóvel mais bonito. Assim como o telhado verde, a instalação de estruturas que possam receber plantas nas paredes aumenta o conforto térmico e acústico.

É possível colocar plantas do tipo trepadeiras, que fazem o papel de proteger a parede e criam uma barreira para o calor e para o barulho. O engenheiro agrônomo da Ecotelhado observa que a parede do imóvel que recebe mais sol e portanto, mais calor, pode receber o jardim vertical. “A fachada que mais sofre com a incidência dos raios solares deve ser a escolhida. As trepadeiras podem ser adaptadas em todo tipo de imóvel, até nos mais antigos”, comenta João Manuel Feijó.

Para construções que vão adotar o telhado verde, a aplicação da mesma ideia nas paredes é facilitada. A água que escoa da cobertura pode ser usada para irrigação do jardim vertical. “Nesses casos, o reuso de água é mais simples, porque o que for absorvido pelo telhado é reutilizado em seguida”, diz o engenheiro agrônomo.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/imobiliario/conteudo.phtml?id=1349798

Ecotelhado em prédios públicos no Rio de Janeiro

O projeto será promulgado nos próximos dias! Prédios públicos novos, fundações, e inclusive autarquias, devem adotar o telhado verde. A cobertura vegetada é aplicada sobre a laje ou sobre o telhado convencional com o intuito de aumentar a área verde. Além de aumentar a área verde, a proposta dos jardins suspensos é atenuar a poluição do ar e proporcionar mais drenagem e limpeza da água pluvial. Outro fator comprovado através de pesquisas realizadas em universidades brasileiras e internacionais, é que o Ecotelhado tem a propriedade de reduzir a temperatura interna das edificações.

 

O projeto teve seu vigor garantido nesta terça-feira, dia 27 de novembro, logo após a queda do veto a esse projeto de lei, pelo Deputado Luiz Martins (PDT). “Com esta norma, estamos autorizando a implantação de uma solução simples e eficiente para os prédios públicos”. Revalidado por unanimidade com 50 votos, o projeto será promulgado nos próximos dias.

A proposta ainda informa que todo detalhamento técnico para regulamentação da Lei, ficará a cargo das Secretarias de Estado de Obras, de Meio Ambiente e da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro. Outra informação que o texto ainda oferece é sobre o tipo de vegetação que deverá ser utilizada, sendo preferencialmente, nativa e resistente ao clima tropical. Além de utilizar pouca quantidade de água, ela fica retida sob uma camada espessa de substrato e vegetação, impedindo a proliferação de insetos indesejáveis como o “Aedes Aegypti”.

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O Ecotelhado na preservação do futuro

Enquanto os líderes mundiais procuram alternativas para a crise ambiental do planeta e esbarram em negociações intermináveis e acordos frustrados, arquitetos e engenheiros apresentam uma solução prática para amenizar os prejuízos causados à natureza pelo crescimento dos grandes centros urbanos: as construções sustentáveis.

Com o Jardim de Parede Canguru, a ocupação das paredes de residências com plantas, proporciona um equilíbrio térmico e mantém a temperatura interna mais amena durante o verão. É uma boa forma de evitar o consumo excessivo de ar condicionado. “O vilão do consumo de energia é o ar condicionado. Por outro lado, os telhados verdes fornecem uma grande propriedade térmica, diminuem o uso de aparelhos para aquecimento e resfriamento e reservam a água da chuva, evitando que ela seja jogada fora e cause poluição. Isso não é uma moda, mas um movimento necessário no mundo, que se torna urgente quando a questão energética começa a descer a lomba”, analisa João Manuel Feijó, Engenheiro Agrônomo, um dos proprietários da empresa Ecotelhado.

As construções sustentáveis empregam as técnicas da bioarquitetura e são, antes de tudo, intervenções conscientes e planejadas, que buscam satisfazer as necessidades humanas e se ajustar às condições naturais locais, utilizando de forma sustentável os recursos para que não se esgotem. “Olhar para as cidades e enxergar espaços verdes é benéfico para as pessoas. Hoje, qualquer parede que tenha sol ou até mesmo de interior pode se transformar numa parede verde. Temos um projeto de agricultura urbana que pretende verticalizar as hortas, fazendo com que as paredes produzam, de acordo com a luminosidade, alface, rúcula, chás e temperos verdes”, conta João Manuel Feijó.

Com isso, o resultado é um ambiente construído com menos impactos ambientais, menor consumo energético e hidráulico, mais confortável e saudável para seus moradores e usuários.

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Cobertura vegetada reduz o escoamento da água da chuva e diminui a poluição de rios.

Quando utilizamos o Ecotelhado nas coberturas de prédios, residências ou áreas condominiais, estamos auxiliando o meio ambiente a reter, nesses locais, os poluentes que serão filtrados pelas raízes das plantas e pelo substrato. Dessa forma também haverá a redução da velocidade da queda do pluvial atrasando o pico do escoamento, pois ocorre a absorção da água no telhado verde.

Com o aumento considerável do número de edificações em nossas cidades, houve uma grande modificação do ciclo hidrológico. Os telhados convencionais são literalmente lavados nas ocasiões das chuvas. Junto com a chuva são levados para os rios, lagoas e córregos todas as substâncias decorrentes da poluição atmosférica. São partículas mínimas que afetam o equilíbrio ecológico dos meios aquáticos.

Com o Ecotelhado instalado sobre as edificações, além do benefício acústico e do conforto térmico, teremos a redução do escoamento de substâncias nocivas até os mananciais hídricos. Além de transformar um espaço antes inutilizado em um jardim suspenso, onde é possível interagir com a natureza e com os amigos.

Ecotelhado no ExpoGBC Brasil 2012 inova com o Sistema Hexa

Ecotelhado inova seus projetos com o novo Sistema Hexa, o qual é desenvolvido em módulos hexagonais, onde sua principal característica é o hibridismo da aplicação, já que é instalado em unidades que permitem a personalização durante a instalação, como também de acordo com a superfície a ser coberta, garantindo a beleza e a sustentabilidade de ter um telhado verde.

O sistema Hexa é altamente sustentável, pois oferece uma grande capacidade de armazenamento e retenção de água, uma fácil comunicação entre os sistemas radiculares dos módulos. A estrutura dos módulos é leve, durável e ecologicamente correta, pois é totalmente fabricado com material reciclado.

Em vista ao stand durante o 3º ExpoGBC Brasil, a bióloga da empresa, Isadora Schmitz Feijó, salientou acerca das plantas específicas para este sistema, que são vegetações rasteiras, herbáceas e folheares sempre de porte médio.

A empresa foi fundada em 2005, e integra a Associação Telhado Verde que em parceria com a Green Building Council Brasil, trabalham na divulgação da certificação LEED em todo no país. A Ecotelhado compreende os produtos ”Ecoparede, Ecopavimento, Ecodreno e também o próprio Ecotelhado”.

E este trabalho em conjunto, parceria vai muito além, pois a renomada empresa gaúcha possui arquitetos que trabalham em parceria por todo o país, o que confere a Ecotelhado a garantia de um design único e diferenciado. Lembrando que o sistema de instalação dos módulos é simples, sem mistério algum, e possui grande possibilidade de cobrir diferentes espaços com jardins suspensos.

Itália tem o maior jardim vertical do mundo

Ele está localizado na cidade de Rozzano, próximo a Milão. Foi criado e desenvolvido pelo arquiteto Francisco Bollani. Sua área total é de 1.263 metros quadrados e em sua composição foram utilizadas mais de 44.000 plantas. As espécies foram cultivadas e tratadas por Bollani e sua equipe pelo período de um ano.

Toda a fachada do Shopping Il Fiordaliso, foi recoberta por uma estrutura que esconde milhares de vasos, encaixados uns aos outros, que dão a sustentação necessária para as plantas. Esse trabalho criativo e sua produção teve um custo de 1 milhão de Euros.

 

Além de agregar beleza e revitalizar a fachada de prédios antigos e já existentes, essa técnica de recobrimento com vegetação proporciona às edificações a regulação da sua temperatura interna, impedindo a entrada dos raios solares ou do frio. Com isso é nítida a economia com climatização tanto no inverno, quanto no verão.

Proporciona também conforto acústico, pois a massa formada pela vegetação impede a passagem dos ruídos externos. Colabora para a diminuição da poluição ambiental e oferece um grande atrativo visual a todos que por ali passeiam e fazem suas compras.

Durante a noite, devido às técnicas de iluminação artificial, pode se apreciar outro belíssimo cenário, com sensacionais sombreamentos e curvaturas.

 

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