Dá pra beber água de esgoto?

Essa idéia carrega consigo uma forte rejeição psicológica do consumidor, o que diminui consideravelmente sua propagação. O principal desafio das águas residuais recuperadas não é a tecnologia, mas a mentalidade dos consumidores. Em países como Cingapura e na Califórnia isso já se torna possível após as águas residuais passarem por um sistema de depuração adequado.

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Existe pelo mundo inteiro uma carência de mais de um bilhão de pessoas para o consumo de água segura. A demanda de água potável triplicou nos últimos 50 anos e as reservas mundias estão diminuindo. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças climáticas (IPCC), já tem como previsão um aumento da frequência de secas extremas no futuro.

A exemplo de Cingapura, alternativas às fontes tradicionais de água potável começaram a ganhar terreno. A purificação das águas residuais para consumo humano já é uma realidade neste local desde 2003. Inclusive já recebeu o nome de “NEWater”. Outro exemplo conhecido é o de Widhoek, a capital da Namíbia, que tem seu funcionamento assegurado há anos!

Dados comprovam que nos Estados Unidos, a água melhora a limites mínimos de saúde estaduais e federais, de acordo com seus líderes. Capaz de produzir 265 milhões de litros por dia para abastecer meio milhão de habitantes, foi lançado um programa em 2008, em Orange County (Califórnia).  Muitos municípios estão planejando implementar este sistema!

Uma solução que se torna inviável pelo altíssimo custo é a importação de água. Mesmo que a instalação do sistema de reciclagem tenha exigido um investimento de 384 milhões de euros, esse custo é bem inferior ao da importação.

Já existe em Los Angeles um plano para reciclar por volta de 19 mil milhões de litros de esgoto em 2019. San Diego recentemente aprovou a criação de um projeto piloto. Desde 2008, em El Prat, na Catalunha, Espanha, já se tem notícia de que parte do esgoto seria tratada e potabilizaria para o consumo.

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mais de décadas a água é reutilizada para a agricultura e para a silvicultura. Essa não é uma ideia nova. Temos aqui o exemplo de Israel. Esse local é o maior reciclador de águas residuais. Em Tel Aviv, 70% das água residuais são tratadas e reutilizadas para irrigação e nas obras públicas (100% na área metropolitana de Tel Aviv). Temos em Israel os mais modernos tratamentos de esgoto do mundo. Dessas instalações se poderia utilizar tranquilamente para o consumo humano. Voltamos aqui ao que foi dito no início do texto: a mentalidade dos consumidores deverá ser trabalhada no sentido de adquirir total confiança em sua potabilidade.

Já conhece o sistema de tratamento de efluentes da Ecotelhado? Não? Então confere aqui: http://www.ecotelhado.com.br/Por/ecoesgoto/default.aspx

A Horta no combate ao efeito estufa

Em Nova Iorque, desde 2007, o governo dá isenções fiscais para aqueles que possuem Telhados  Verdes. A grande cidade abriga a maior horta urbana construída em edifício no mundo, um exemplo de negócio que beneficia toda população e é pautado na sustentabilidade. Existem restaurantes que já aproveitam esse estímulo oferecido pelo governo para cultivar suas próprias hortaliças nos Telhados Verdes.

telhado verde da ecotelhado hexa

Existem benefícios incomparáveis advindos da plantação de hortaliças, que além de oferecer alimentos frescos e sem adição de agrotóxicos, as hortaliças consomem grande quantidade de CO2, auxiliando no combate do efeito estufa.

O saudável hábito de cultivar ervas e temperos é fácil e acrescenta muito mais sabor às refeições preparadas em casa. É também uma forma garantida de consumir alimentos sem a adição de fertilizantes industriais.

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Já existem grupos de pessoas espalhadas pelo Brasil e pelo mundo que aderiram ao cultivo de hortas urbanas e adoram “colocar a mão na massa”, ou melhor, na terra. É sabido que o contato com a terra também tem a característica de reduzir o estresse da vida nas grandes cidades. A colheita pode ainda beneficiar projetos sociais e de caridade.

Ecotelhado em prédios públicos no Rio de Janeiro

O projeto será promulgado nos próximos dias! Prédios públicos novos, fundações, e inclusive autarquias, devem adotar o telhado verde. A cobertura vegetada é aplicada sobre a laje ou sobre o telhado convencional com o intuito de aumentar a área verde. Além de aumentar a área verde, a proposta dos jardins suspensos é atenuar a poluição do ar e proporcionar mais drenagem e limpeza da água pluvial. Outro fator comprovado através de pesquisas realizadas em universidades brasileiras e internacionais, é que o Ecotelhado tem a propriedade de reduzir a temperatura interna das edificações.

 

O projeto teve seu vigor garantido nesta terça-feira, dia 27 de novembro, logo após a queda do veto a esse projeto de lei, pelo Deputado Luiz Martins (PDT). “Com esta norma, estamos autorizando a implantação de uma solução simples e eficiente para os prédios públicos”. Revalidado por unanimidade com 50 votos, o projeto será promulgado nos próximos dias.

A proposta ainda informa que todo detalhamento técnico para regulamentação da Lei, ficará a cargo das Secretarias de Estado de Obras, de Meio Ambiente e da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro. Outra informação que o texto ainda oferece é sobre o tipo de vegetação que deverá ser utilizada, sendo preferencialmente, nativa e resistente ao clima tropical. Além de utilizar pouca quantidade de água, ela fica retida sob uma camada espessa de substrato e vegetação, impedindo a proliferação de insetos indesejáveis como o “Aedes Aegypti”.

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Projeto de Lei sobre os Telhados Verdes em votação nessa segunda-feira

Hoje, segunda-feira (12/11), será votado na Câmara de Vereadores o Projeto de Lei nº 005.00139.2009, de autoria do Professor Galdino (PSDB), que autoriza a Prefeitura de Curitiba a criar mecanismos de incentivo a implantação de sistemas de Ecotelhado, chamados “telhados verdes”, nas coberturas de edificações da cidade.

 

Telhado verde ou telhado vivo trata-se de uma técnica apurada para desenvolver um jardim suspenso na cobertura de um prédio, escritório, fábricas, residências e outras edificações. É como ter um jardim, mas na cobertura da edificação. Suas principais vantagens são o aumento da biodiversidade, conforto térmico e acústico, além de contribuir na redução das ilhas de calor. Também auxilia no aumento da absorção de água, o que reduz a possibilidade de enchentes.  O telhado verde gera, devido ao conforto térmico, uma redução no uso de aparelhos de ar condicionado, resultando em um melhor aproveitamento da energia elétrica, dentre outros benefícios.


É possível criar e manter o verde nos grandes centros urbanos! A Ecotelhado é a empresa pioneira especialista em telhados verdes no Brasil. Desde 2005, desenvolvemos produtos e serviços pioneiros com o objetivo de diminuir os danos ambientais causados pelo aquecimento global e pelo crescimento populacional nas grandes cidades. Visite nosso site para conhecer melhor o nosso trabalho: www.ecotelhado.com.br

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Reuso de Água da Chuva

Alguns municípios, como o Rio de Janeiro, tem como proposta que o reaproveitamento de água de chuva se torne uma Lei Federal.

Dando apoio e incentivo para que essas leis se tornem viáveis e possíveis de uma fácil execução, a Ecotelhado desenvolveu um sistema chamado Sistema Laminar Ecotelhado. Esse sistema é constituído de um piso elevado que poderá ser montado sobre a laje plana impermeabilizada dos prédios corporativos e/ou residenciais.

O piso elevado será formado por vários cones do Ecodreno intertravados entre si. Os cones são confeccionados em plástico reciclado, muito resistente à sobre carga, com capacidade de reter até 200 litros/m² de água em seu interior. O sistema irá formar uma cisterna de água da chuva e também servirá como um tratamento de águas cinza. Após a montagem do piso elevado haverá o preenchimento dos cones com argila expandida. Sobre essa montagem virá uma membrana de retenção de nutrientes, que a seguir será recoberta por uma camada de substrato leve Ecotelhado, por sobre a qual serão plantadas plantas macrófitas – uma vegetação capaz de filtrar através das suas raízes as partículas indesejáveis dessa água reservada. Esse processo se dará sem a liberação de odores, com significativa facilidade de manejo e com um aspecto visual bastante favorável, como se fosse um jardim suspenso com um belo paisagismo.

 

 

 

Pelo projeto de lei do Rio de Janeiro, a água da chuva nessa cisterna poderá ser reutilizada para lavagem de roupas, vidros, calçadas, pisos, veículos e para a irrigação de hortas e jardins. Já as Já as águas cinzas – já utilizadas em tanques, pias, máquinas de lavar e chuveiros – serão reaproveitadas no abastecimento de descargas de vasos sanitários.

 

Faz parte dessa proposta de lei, também a utilização dessa água para lagos artificiais, chafarizes dos parques, praças e jardins públicos.

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Cobertura vegetada reduz o escoamento da água da chuva e diminui a poluição de rios.

Quando utilizamos o Ecotelhado nas coberturas de prédios, residências ou áreas condominiais, estamos auxiliando o meio ambiente a reter, nesses locais, os poluentes que serão filtrados pelas raízes das plantas e pelo substrato. Dessa forma também haverá a redução da velocidade da queda do pluvial atrasando o pico do escoamento, pois ocorre a absorção da água no telhado verde.

Com o aumento considerável do número de edificações em nossas cidades, houve uma grande modificação do ciclo hidrológico. Os telhados convencionais são literalmente lavados nas ocasiões das chuvas. Junto com a chuva são levados para os rios, lagoas e córregos todas as substâncias decorrentes da poluição atmosférica. São partículas mínimas que afetam o equilíbrio ecológico dos meios aquáticos.

Com o Ecotelhado instalado sobre as edificações, além do benefício acústico e do conforto térmico, teremos a redução do escoamento de substâncias nocivas até os mananciais hídricos. Além de transformar um espaço antes inutilizado em um jardim suspenso, onde é possível interagir com a natureza e com os amigos.

Pesquisa da Nasa comprova: Plantas filtram os ambientes internos

Em recente conclusão de estudo realizado durante 15 anos pela Nasa, numa parceria com a Associated Landscape Contractors of America (ALCA), houve a comprovação de que certas plantas tem a capacidade de remover gases tóxicos de ambientes fechados. Esses gases são o monóxido de carbono, o formaldeído, o tricloroetileno e o berizerio. Muitas plantas podem ser utilizadas na redução desses compostos que estão presentes no ar que respiramos.  Podemos utilizar além das plantas sugeridas pelo estudo, outras espécies de filodendros, lírios-da-paz, dracenas e da família das aráceas. Essas espécies produzem resultados muito bons. Para absorver ondas eletromagnéticas o cactus colonnaire é o mais indicado.

 

Seguem alguns exemplos:

 

Samambaia

  • Essa planta absorve formaldeído e xileno, compostos orgânicos voláteis (COV) presentes nos mobiliários como colas e tintas.
  • Podem ser utilizadas em corredores, salas, cozinhas e dormitórios.
  • Local de sombra. Regar pouco na primavera e no verão. No inverno quase nada de rega.

 

Cactus colonnaire

  • Absorvem ondas eletromagnéticas emitidas pela TV, monitores de computador e pelo forno de microondas.
  • Podem ser utilizadas em escritórios, salas e cozinha.
  • Precisam de muita luz e pouca rega.

 

 

Dracena

  • Absorve tricloroetileno, xileno, tolueno (muitas vezes usado como um produto industrial ou como um solvente) e monóxido de carbono.
  • Atua contra a maioria dos compostos orgânicos voláteis (COV) da fumaça de cigarro, tintas, tinta, água quente, purificadores de ar, materiais de construção.
  • Podem ser utilizados em escritório, salas, dormitórios. Locais de fumantes.
  • Essa espécie precisa de pouca água, mas muita luz. Utilizar óleo mineral regularmente na limpeza das folhas. Retirar as folhas amareladas.

 

Filodendro vermelho

  • Absorve o formaldeído (a planta mais eficaz nesta área de acordo com a NASA).
  • Filtra tintas tóxicas, colas de carpetes e de papel de parede e fumaça de cigarro. 
  • Podem ser utilizadas em salas de estar e em banheiros. Fácil de cultivar.
  • Local de sombra e meia sombra. Regar mais no verão.

 

 

Palmeira Areca

  • Absorve formaldeído, presente nos gases de escape dos automóveis e no fumo do tabaco. E xileno, que são encontrados naturalmente no petróleo e no alcatrão.
  • Pode absorver compostos orgânicos voláteis (COV) provenientes de purificadores de ar tóxico, fumaça de cigarro, vidros plásticos, papel de parede e carpetes colados.
  • Pode ser utilizada em todas as salas, especialmente nas recém-pintadas.
  • Exige pouca água, mas com regularidade e pulverização das folhas.

 

Lírio da paz

  • Absorve tricloroetileno (um solvente utilizado para desengordurar peças metálicas e também presente na lavagem de roupas a seco).
  • Absorve benzeno, xileno, amônia e formaldeído. Filtra do ar selantes, colas, vernizes, tintas, produtos de limpeza de mobiliário, jornais e impressos, fumaça de cigarros.
  • Pode ser utilizada em todas as salas.
  • Requer pouca manutenção. Exige pouca luz e alta umidade.

 

 

Antúrios

  • Uma das plantas mais indicadas pela Nasa para filtrar amônia.
  • Instalar nos locais onde se utilizou amônia.
  • Colocar em local de luz indireta com abundância de luz.

 

 

 

Aglaonema (Comigo-ninguém-pode)

  • Filtra o formaldeído e o benzeno presente nas tintas tóxicas e nos produtos perfumados.
  • Instalar nos escritórios, salas de estar e banheiros.
  • Fácil de cultivar. Prefere ambiente quente e úmido. Regar regularmente, mas com moderação.

 

 

Ficus

  • O mais eficiente para filtrar formaldeído.
  • Utilizar em salas de estar, escritórios.
  • Crescimento lento. Prefere luz indireta.

 

 

 

Gérberas

  • Absorve benzeno, tricloroetileno, tolueno e formaldeído presentes nos óleos essenciais, perfumes e incenso.
  • Pode ser utilizada em todos os ambientes.
  • Necessita de luz e solo levemente úmido.

 

 

Itália tem o maior jardim vertical do mundo

Ele está localizado na cidade de Rozzano, próximo a Milão. Foi criado e desenvolvido pelo arquiteto Francisco Bollani. Sua área total é de 1.263 metros quadrados e em sua composição foram utilizadas mais de 44.000 plantas. As espécies foram cultivadas e tratadas por Bollani e sua equipe pelo período de um ano.

Toda a fachada do Shopping Il Fiordaliso, foi recoberta por uma estrutura que esconde milhares de vasos, encaixados uns aos outros, que dão a sustentação necessária para as plantas. Esse trabalho criativo e sua produção teve um custo de 1 milhão de Euros.

 

Além de agregar beleza e revitalizar a fachada de prédios antigos e já existentes, essa técnica de recobrimento com vegetação proporciona às edificações a regulação da sua temperatura interna, impedindo a entrada dos raios solares ou do frio. Com isso é nítida a economia com climatização tanto no inverno, quanto no verão.

Proporciona também conforto acústico, pois a massa formada pela vegetação impede a passagem dos ruídos externos. Colabora para a diminuição da poluição ambiental e oferece um grande atrativo visual a todos que por ali passeiam e fazem suas compras.

Durante a noite, devido às técnicas de iluminação artificial, pode se apreciar outro belíssimo cenário, com sensacionais sombreamentos e curvaturas.

 

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